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E se o seu suor produzisse eletricidade?

Um grupo de cientistas do Japão desenvolveu e testou com sucesso uma matriz de células de biocombustível vestível que gera energia elétrica a partir do lactato no suor do utilizador, abrindo portas para a monitorização eletrónica da saúde, alimentada por fluidos corporais.

Os biossensores vestíveis, que são dispositivos minúsculos, devem ser usados ​​diretamente na pele para medir biossinais específicos e, ao enviar medições sem fios para smartphones ou computadores, monitorizar a saúde do utilizador.

Embora os cientistas de materiais tenham desenvolvido muitos tipos de circuitos flexíveis e elétrodos para dispositivos vestíveis, tem sido um desafio encontrar uma fonte de energia apropriada para biossensores vestíveis.

Porém, e se fôssemos nós as fontes de energia dos dispositivos vestíveis?

Uma equipa de cientistas liderada pelo professor Isao Shitanda, da Universidade de Ciência de Tóquio, está a explorar formas eficientes de usar o suor como única fonte de energia para aparelhos eletrónicos vestíveis.

Num estudo publicado em março na revista científica Journal of Power Sources, os investigadores apresentam um design inovador para uma matriz de células de biocombustíveis que usa uma substância química no suor, o lactato, para gerar energia suficiente para acionar um biossensor e dispositivos de comunicação sem fios durante um curto período de tempo.