BOM DIA https://bomdia.eu Portugal no Mundo Fri, 01 Jan 2021 18:43:45 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.14 Primeiro banho de 2021 em Carcavelos também contou com emigrantes https://bomdia.eu/primeiro-banho-de-2021-em-carcavelos-tambem-contou-com-emigrantes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=primeiro-banho-de-2021-em-carcavelos-tambem-contou-com-emigrantes https://bomdia.eu/primeiro-banho-de-2021-em-carcavelos-tambem-contou-com-emigrantes/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:43:45 +0000 https://bomdia.eu/?p=232222

Sem frio e sem medos, algumas pessoas cumpriram hoje a tradição de mergulhar no mar na praia de Carcavelos, Cascais, para celebrar um novo ano e com desejos de que a covid-19 “desapareça de vez”. Este ano, eram mais as pessoas no areal do que dentro de água, para festejar o primeiro dia do ano, […]

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Sem frio e sem medos, algumas pessoas cumpriram hoje a tradição de mergulhar no mar na praia de Carcavelos, Cascais, para celebrar um novo ano e com desejos de que a covid-19 “desapareça de vez”.

Este ano, eram mais as pessoas no areal do que dentro de água, para festejar o primeiro dia do ano, mas os irredutíveis adeptos desta tradição entraram destemidos, entre gritos, de braços no ar e a chapinhar nas pequenas ondas.

Filomena, 63 anos, residente em Oeiras, transbordava de felicidade, deitada na areia, na beira do mar, como uma criança. “É um divertimento muito bom”, contou à agência Lusa.

A banhista explicou que cumpre este ritual há 14 anos e que é raro constipar-se.

“Isto é para matar ‘o covid’, para ver se ele se vai embora com o frio. Não há covid que vença a gente”, disse.

Para 2021, Filomena pediu “muita paz e muita saúde e que a pandemia se vá embora rapidamente. E que as pessoas tenham um mínimo de atenção e de cuidados para se precaverem”.

Na praia, e já com uma toalha pelos ombros, Joaquim Tomás, 74 anos, de Lisboa, disse à agência Lusa que é frequentador habitual de praia no inverno, duas a três vezes por semana, por razões de saúde, depois de ter feito várias operações ao coração.

“A tensão baixou e sinto-me mais saudável”, disse.

Para Joaquim Tomás, esta rotina não tem muito mais significado, mesmo sendo no primeiro dia do ano.

“Para mim, tudo corre bem, não tenho nada a lamentar. Continuo a desejar que a pandemia passe e que o país regresse àquilo que era antigamente, um país para turistas – trabalhei no turismo. Nós precisamos dos turistas, embora as pessoas às vezes reclamem”, afirmou.

Para Mariana e para a filha, Sofia, de quatro anos, esta foi uma estreia nos mergulhos no mar no começo de um novo ano.

Emigrada na Suíça há mais de trinta anos, está em Portugal para visitar os pais e aproveitou para um banho na praia, onde a temperatura da água rondava os 15 graus e a atmosférica, hoje de manhã, era de nove graus. “Está um tempo ótimo!”, exclamou.

“Ouvimos falar desta tradição, que dá sorte, dar banho a 01 de janeiro, e viemos cá pedir muita saúde para todos. Saúde e que ‘o covid’ se vá embora. Assim como veio, que desapareça, para que todos possamos viver outra vez em liberdade, podermos abraçar, dar um beijinho”, disse à agência Lusa.

Além dos banhistas, na praia de Carcavelos, durante a manhã de hoje era possível ver famílias, pessoas a passearem cães, outras a correrem ao longo do areal, muitos curiosos a tirarem fotografias, surfistas, um pequeno grupo a jogar vólei; tudo isto sob o olhar discreto das autoridades, em terra e em mar.

Rui Inocêncio, 55 anos, acabado e sair do mar, afirmou à agência Lusa que costuma fazer este ritual há 15 anos.

Para o ano que agora começa, com céu nublado em Carcavelos e um tímido arco-íris a despontar entre nuvens cinzentas, este banhista foi sucinto: “Que a pandemia passe, para ficarmos todos bem”.

 

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Veja o fogo de artifício de passagem de ano no Funchal https://bomdia.eu/veja-o-fogo-de-artificio-de-passagem-de-ano-no-funchal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=veja-o-fogo-de-artificio-de-passagem-de-ano-no-funchal https://bomdia.eu/veja-o-fogo-de-artificio-de-passagem-de-ano-no-funchal/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:29:40 +0000 https://bomdia.eu/?p=232220

Céu limpo, lua cheia, oito minutos de fogo de artifício e milhares de pessoas espalhadas por diversos pontos da baía e anfiteatro do Funchal, muitas ocupando as “bolsas” nos miradouros e praças, assinalaram a passagem de ano na Madeira. O espetáculo decorreu sem incidentes, apesar da presença reforçada de policiamento na capital madeirense, na sequência […]

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Céu limpo, lua cheia, oito minutos de fogo de artifício e milhares de pessoas espalhadas por diversos pontos da baía e anfiteatro do Funchal, muitas ocupando as “bolsas” nos miradouros e praças, assinalaram a passagem de ano na Madeira.

O espetáculo decorreu sem incidentes, apesar da presença reforçada de policiamento na capital madeirense, na sequência da decisão do Governo Regional de criar áreas traçadas no chão, com limite de cinco pessoas, para assistir ao fogo de artifício.

O objetivo visou garantir o cumprimento das normas de segurança em vigor relativas à contenção da covid-19, nomeadamente o distanciamento físico e a proibição de concentrações, que, de um modo geral, foram acatadas pela população e por turistas.

O espetáculo pirotécnico que assinalou a entrada da Região Autónoma da Madeira em 2021 começou cinco minutos antes da meia-noite, em contagem regressiva, com rebentamentos pontuais de fogo, preparando a assistência para a viragem de ano, ao que se seguiu oito minutos de luz, cor e som nos céus do Funchal.

O Governo Regional apelou aos madeirenses, durante todo o mês de dezembro, para que assistissem ao espetáculo em casa, mas definiu também 2.060 “bolsas”, para um máximo de cinco pessoas, de preferência familiares, num total de 10.300 pessoas.

Estes espaços delimitados foram montados na Praça CR7, na Avenida Sá Carneiro, na Marina do Funchal, na Praça do Povo, na Avenida do Mar e nos miradouros da Nazaré, Pico dos Barcelos e das Neves, nos arredores da cidade.

As autoridades regionais estimam que cerca de 25 mil pessoas oriundas do exterior assistiram à passagem de ano na região, entre estudantes regressados do continente, emigrantes e turistas, número muito inferior ao de anos anteriores.

Na baía do Funchal estiveram três paquetes com 1.400 pessoas – no início do ano estavam previstos 13 navios de cruzeiro – e os bares na cidade do Funchal encerraram às 01:00 horas de hoje.

O espetáculo pirotécnico deste ano esteve a cargo da empresa Henrique Costa e Filhos e foi adjudicado por 980 mil euros e envolveu 59 postos de lançamento de fogo, 57 na ilha da Madeira e dois na ilha do Porto Santo.

Dos 57, 27 estavam no anfiteatro da baía do Funchal, 25 à beira-mar e cinco em plataformas marítimas.

 

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Centro Cultural de Belém é a sede da presidência portuguesa da UE https://bomdia.eu/centro-cultural-de-belem-e-a-sede-da-presidencia-portuguesa-da-ue/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=centro-cultural-de-belem-e-a-sede-da-presidencia-portuguesa-da-ue https://bomdia.eu/centro-cultural-de-belem-e-a-sede-da-presidencia-portuguesa-da-ue/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:24:24 +0000 https://bomdia.eu/?p=232218

A bandeira portuguesa ainda aguardava, há dias, o momento ‘estelar’ do seu hastear entre as 27 dos Estados-membros, num Centro Cultural de Belém a preparar-se para ser a sede da presidência portuguesa da União Europeia, que arrancou esta sexta-feira. A dias do primeiro grande momento da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), que […]

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A bandeira portuguesa ainda aguardava, há dias, o momento ‘estelar’ do seu hastear entre as 27 dos Estados-membros, num Centro Cultural de Belém a preparar-se para ser a sede da presidência portuguesa da União Europeia, que arrancou esta sexta-feira.

A dias do primeiro grande momento da presidência portuguesa do Conselho da União Europeia (UE), que arrancou às 00:00 de hoje, o Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, continuava a ‘aperaltar-se’ para ser o palco preferencial do ‘semestre português’.

Lá fora, limpavam-se os vidros daquele que será o centro de acreditação, enquanto as bandeiras dos Estados-membros do bloco comunitário iam sendo içadas, seguindo a ordem protocolar, da Bélgica à Suécia, num teste à tensão das cordas, para assegurar que tudo funciona no dia D: o do hastear da bandeira de Portugal.

Uma gaivota guardava aquele mastro, o mais à direita – determina o protocolo comunitário que a bandeira do país que preside à UE nesse semestre dê a esquerda a todas as outras -, situado diante da instalação que será o primeiro ponto de contacto de todos os visitantes.

Ainda cheirava a tinta no centro de acreditação, onde se iam fixando os últimos elementos decorativos, entre os quais, os balcões de cortiças, ‘envoltos’ por um ‘pôr do sol’ no mar português, com gaivotas a sobrevoar. Ali, até o teto é daquele material, um dos muitos sustentáveis e locais eleitos pela ‘máquina’ da presidência, para aquele que será o primeiro momento de encontro entre Portugal e os emissários dos restantes países da UE.

A mesma cortiça adorna a ‘led wall’ instalada na entrada principal, ideal para as fotos da ‘praxe’ nas reuniões ministeriais e que deverá ser inaugurada já no dia 05, por ocasião da visita do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, o primeiro grande momento da presidência portuguesa.

Construído para albergar a primeira presidência portuguesa, em 1992, o CCB precisou de reinventar-se para acolher o novo ‘semestre’, uma vez que as salas, projetadas para acolher apenas 12 governantes, precisam agora de ‘sentar’ 27, com o distanciamento devido em tempo de pandemia de covid-19.

Diante da sala Luís de Freitas Branco, instalaram-se os painéis verdes – aparentemente ornados com musgo – que ladearão a zona de estar, onde os governantes europeus poderão encontrar mobiliário resultante do aproveitamento de resíduo florestal, fruto de um projeto de ‘design’ sustentável.

Esses trabalhos, e os da sala, onde o primeiro-ministro, António Costa, vai receber o presidente do Conselho Europeu, e que, em 1992, recebeu as reuniões dos 12, ainda decorriam há dias, em ritmo de contrarrelógio, como acontecia a poucos passos dali, na sala Almada Negreiros, uma das poucas ‘vocacionadas’ para os conselhos ministeriais a 27.

A estrutura de missão colocou o ênfase em reequipar e modernizar as instalações existentes, de modo a prepará-las para uma presidência que será, essencialmente, digital e, após observar ‘in loco’ o trabalho dos seus predecessores – Croácia e Alemanha -, criou um ‘set up’ próprio da era covid-19.

No CCB, as salas que alojavam os serviços foram transformadas em salas de reuniões, com iluminação, e um sofisticado sistema de videoconferência, a funcionar na perfeição, que permitirá aos ministros nacionais coordenarem os trabalhos do ‘semestre português’ desde um pequeno escritório em Lisboa.

Também o centro de imprensa, para já ainda provisório e mais reduzido – há um espaço externo a aguardar a ‘luz verde’ da pandemia às reuniões presenciais -, estava a ser adaptado aos novos tempos, com as mesas reservadas aos jornalistas à espera de acrílicos que as dividam.

Omnipresente em todo o espaço, ‘graças’ aos ‘back drops’ impressos ainda antes do Natal na gráfica Europalco, o logótipo da presidência acompanha os passos dos visitantes, com o ‘leme/sol’ a recordar o lema de Portugal para o seu semestre: “É tempo de agir”.

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Português raptado na Venezuela foi resgatado pela polícia https://bomdia.eu/portugues-raptado-na-venezuela-foi-resgatado-pela-policia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=portugues-raptado-na-venezuela-foi-resgatado-pela-policia https://bomdia.eu/portugues-raptado-na-venezuela-foi-resgatado-pela-policia/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:18:36 +0000 https://bomdia.eu/?p=232214

A polícia venezuelana resgatou esta sexta-feira um comerciante português de 56 anos que tinha sido sequestrado por vários homens armados na localidade de El Consejo (90 quilómetros a sudoeste de Caracas), no estado venezuelano de Arágua. Segundo fontes policiais, o comerciante foi resgatado durante uma operação numa zona montanhosa de El Trapice del Medio (Revenga, […]

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A polícia venezuelana resgatou esta sexta-feira um comerciante português de 56 anos que tinha sido sequestrado por vários homens armados na localidade de El Consejo (90 quilómetros a sudoeste de Caracas), no estado venezuelano de Arágua.

Segundo fontes policiais, o comerciante foi resgatado durante uma operação numa zona montanhosa de El Trapice del Medio (Revenga, el Concejo).

Adelino Achada Ferreira foi raptado na sua residência, na noite da última quarta-feira 30 de dezembro, por vários homens armados, membros de um perigoso grupo criminoso apelidado de “El Cotejo”, e resgatado na tarde um dia depois.

Os raptores exigiram o pagamento de “um alto valor em dólares” pelo resgate.

Durante a operação, os polícias foram recebidos com tiros de espingardas pelos criminosos. Um dos raptores morreu e as autoridades tentam verificar o paradeiro de outros membros do grupo, cujo número não foi revelado, e que fugiram para uma zona de bosque.

As autoridades confiscaram uma pistola “e outras evidências de interesse investigativo”.

A operação foi realizada por funcionários da Polícia do Estado de Arágua (100 quilómetros a sudoeste de Caracas), em coordenação com as autoridades municipais locais e oficiais da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar).

As investigações continuam, através do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (CICPC, antiga Polícia Técnica Judiciária).

Fontes policiais dão conta que o comerciante português foi resgatado em bom estado de saúde.

Na Venezuela, a alta insegurança é tema frequente na imprensa local, afetando por igual tanto a cidadãos nacionais como a estrangeiros radicados no país.

Com frequência os familiares das vítimas tentam evitar que os jornalistas saibam o que acontece.

 

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União Europeia entusiasmada com presidência portuguesa https://bomdia.eu/uniao-europeia-entusiasmada-com-presidencia-portuguesa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=uniao-europeia-entusiasmada-com-presidencia-portuguesa https://bomdia.eu/uniao-europeia-entusiasmada-com-presidencia-portuguesa/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:14:30 +0000 https://bomdia.eu/?p=232212

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse estar “ansiosa” por trabalhar com o primeiro-ministro, António Costa, ao longo da presidência do Conselho da União Europeia (UE), que Portugal assumiu hoje. Numa mensagem publicada na sua conta oficial da rede social Twitter, Von der Leyen congratulou, em primeiro lugar, a chanceler alemã, Angela […]

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse estar “ansiosa” por trabalhar com o primeiro-ministro, António Costa, ao longo da presidência do Conselho da União Europeia (UE), que Portugal assumiu hoje.

Numa mensagem publicada na sua conta oficial da rede social Twitter, Von der Leyen congratulou, em primeiro lugar, a chanceler alemã, Angela Merkel, pelo seu trabalho ao longo dos últimos seis meses, nos quais a presidência alemã viu a sua agenda ocupada pelas questões da pandemia de covid-19.

“Obrigada, Angela Merkel e presidência alemã do Conselho da UE por fazerem a UE avançar nos últimos seis meses, num ano tão desafiante”, começou por dizer Von der Leyen.

“Boa sorte, António Costa e presidência portuguesa do Conselho da UE. Estou ansiosa por trabalhar convosco para a recuperação da Europa e pela saúde dos nossos cidadãos”, acrescenta a presidente da Comissão Europeia, identificando ambos os governantes na mesma mensagem.

Na quinta-feira, o presidente do Conselho Europeu publicou também uma mensagem na mesma rede social a agradecer o “trabalho extraordinário” da chanceler alemã e da sua presidência do Conselho da UE, num contexto “especial”, lembrando também a pandemia.

“Bem-vindo, António Costa. Conto com a nossa cooperação para fazer avançar a UE em direção a uma era pós-covid”, afirmou Charles Michel, numa mensagem escrita em português e alemão, na qual identificou o primeiro-ministro, António Costa, e a chanceler alemã.

O presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, também desejou hoje ao primeiro-ministro português sucesso na Presidência do Conselho da União Europeia, manifestando disponibilidade para “trabalhar em conjunto” na recuperação europeia.

“Os meus melhores votos de sucesso ao primeiro-ministro português no seu primeiro dia da Presidência do Conselho”, escreveu Sassoli, numa mensagem em português e inglês na sua conta na rede social Twitter, na qual identificou a conta de António Costa.

Portugal assume hoje a presidência do Conselho da União Europeia, sucedendo à Alemanha, que trabalhou nos últimos seis meses para responder à crise provocada pela pandemia da covid-19.

Esta será a quarta presidência portuguesa da UE, depois de 1992, 2000 e 2007, e estender-se-á pelo primeiro semestre de 2021, antecedendo a presidência da Eslovénia, que se inicia no segundo semestre do mesmo ano.

#portugalpositivo

 

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Total reduz operações em Moçambique por causa do terrorismo https://bomdia.eu/total-reduz-operacoes-em-mocambique-por-causa-do-terrorismo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=total-reduz-operacoes-em-mocambique-por-causa-do-terrorismo https://bomdia.eu/total-reduz-operacoes-em-mocambique-por-causa-do-terrorismo/#respond Fri, 01 Jan 2021 18:11:12 +0000 https://bomdia.eu/?p=232210

A petrolífera francesa Total anunciou que reduziu as operações e o número de trabalhadores envolvidos no projeto de gás natural em Moçambique devido aos ataques terroristas perto das instalações, o último a cinco quilómetros. “A Total reduziu temporariamente a sua força de trabalho no local em resposta ao ambiental atual”, disse a petrolífera em respostas […]

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A petrolífera francesa Total anunciou que reduziu as operações e o número de trabalhadores envolvidos no projeto de gás natural em Moçambique devido aos ataques terroristas perto das instalações, o último a cinco quilómetros.

“A Total reduziu temporariamente a sua força de trabalho no local em resposta ao ambiental atual”, disse a petrolífera em respostas à agência de informação financeira Bloomberg, não revelando, no entanto, o número de trabalhadores que foram mandados para casa nem por quanto tempo.

“A situação está em constante avaliação”, acrescentou apenas a petrolífera que lidera o projeto de exploração de gás natural no norte de Moçambique, um investimento de 20 mil milhões de dólares e que é o maior investimento privado na África subsaariana.

A violência no norte de Moçambique tem-se intensificado nas últimas semanas, com o último ataque a ocorrer na semana passada e a apenas cinco quilómetros do local onde decorrem as obras para a instalação de uma central de gás natural liquefeito, num projeto liderado pela Total, que os insurgentes dizem que pode ser o próximo alvo.

Para além do problema da violência, a Total destacou também que a pandemia de covid-19 também contribuiu para a decisão de reduzir a força de trabalho no local.

Moçambique está a tentar controlar a insurgência armada na província de Cabo Delgado, que começou em outubro de 2017 e já terá morto mais de 2.500 pessoas, motivando mais de meio milhão de moçambicanos a abandonarem as suas casas para fugir à violência.

O projeto da Total, a que se junta o da italiana Eni e da norte-americana Exxon Mobil, tem o potencial de transformar a economia do país quando começarem a ser exportadas as enormes quantidades de reservas de gás natural que estão no norte do país, nomeadamente ao largo da costa, e que vão colocar o país no topo da lista dos maiores exportadores mundiais.

O segundo ataque próximo aos megaprojetos de gás em dezembro ocorreu na terça-feira, após um primeiro que ocorreu no dia 07 de dezembro na aldeia de Mute, a menos de 25 quilómetros da área onde está a ser construída a zona industrial de processamento de gás natural da Área 1 da bacia do Rovuma.

Os novos ataques de terça-feira ocorreram um dia depois de o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, pedir às Forças de Defesa e Segurança “máxima prontidão” face ao “silêncio do inimigo”, após operações com “bons resultados” por parte das forças governamentais em Macomia, outro distrito de Cabo Delgado que tem sido afetado com frequência pelas incursões dos rebeldes.

Das operações em Macomia, segundo dados oficiais, pelo menos 37 insurgentes foram abatidos e 27 armas foram apreendidas, em operações levadas a cabo pelo 7.º batalhão das Forças de Defesa e Segurança posicionado na região.

A violência armada em Cabo Delgado começou há três anos e está a provocar uma crise humanitária com mais de duas mil mortes e 560 mil deslocados, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na capital provincial, Pemba.

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Nelson Évora muda-se para Barcelona https://bomdia.eu/nelson-evora-muda-se-para-barcelona/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=nelson-evora-muda-se-para-barcelona https://bomdia.eu/nelson-evora-muda-se-para-barcelona/#respond Fri, 01 Jan 2021 14:52:00 +0000 https://bomdia.eu/?p=232209

O português Nelson Évora, campeão olímpico do triplo salto nos Jogos Olímpicos Pequim2008, assinou pelo FC Barcelona, clube que vai representar depois de quatro anos ao serviço do Sporting. Numa publicação na rede social Instagram nas últimas horas do dia 31 de dezembro de 2020, o atleta de 36 anos surge vestido com uma camisola […]

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O português Nelson Évora, campeão olímpico do triplo salto nos Jogos Olímpicos Pequim2008, assinou pelo FC Barcelona, clube que vai representar depois de quatro anos ao serviço do Sporting.

Numa publicação na rede social Instagram nas últimas horas do dia 31 de dezembro de 2020, o atleta de 36 anos surge vestido com uma camisola do emblema catalão, que legendou com a frase “A vida não para de me surpreender”.

Évora juntou ainda ao lema do ‘Barça’, “més que un club” (‘mais do que um clube’, em tradução livre), as palavras “mais que um campeão”.

Em outubro, fonte oficial dos ‘leões’ confirmou à Lusa a saída do atleta do triplo salto, cujo vínculo tinha sido iniciado em outubro de 2016.

Durante as quatro épocas de verde e branco, Nelson Évora conquistou os títulos europeus em pista coberta, em Belgrado, em 2017, e ao ar livre, em Berlim, no ano seguinte, assim como as medalhas de bronze nos Mundiais de 2017, em Londres, e ‘indoor’ de 2018, em Birmingham, sem que tivesse alcançado ainda os mínimos para Tóquio2020, fixados em 17,14 metros.

Campeão do mundo em 2007, em Osaka (Japão), com o recorde pessoal de 17,74 metros, o saltador vestiu também as camisolas do FC Porto, entre 2002 e 2004, e do Benfica, entre 2004 e 2016, chegando agora a Espanha, país onde já treina desde 2016, em Madrid, num grupo com outra atleta ‘culé’, a venezuelana Yulimar Rojas.

A carreira fica marcada, além dos vários títulos internacionais, por várias lesões graves, como foram os casos de uma fratura de esforço na tíbia, em 2010, uma lesão no calcanhar, em 2011, e nova fratura de esforço, em 2012, que foi superando com resiliência.

 

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Marcelo: Carmo era uma grande figura da cultura e um grande homem https://bomdia.eu/marcelo-carmo-era-uma-grande-figura-da-cultura-e-um-grande-homem/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=marcelo-carmo-era-uma-grande-figura-da-cultura-e-um-grande-homem https://bomdia.eu/marcelo-carmo-era-uma-grande-figura-da-cultura-e-um-grande-homem/#respond Fri, 01 Jan 2021 14:48:05 +0000 https://bomdia.eu/?p=232208

O Presidente da República reagiu hoje com um sentimento “de perda” à notícia da morte do fadista Carlos do Carmo, que recordou como “uma grande figura da cultura” e também como “um grande homem”. Em declarações à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter recebido esta notícia com uma reação idêntica “à de todos os […]

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O Presidente da República reagiu hoje com um sentimento “de perda” à notícia da morte do fadista Carlos do Carmo, que recordou como “uma grande figura da cultura” e também como “um grande homem”.

Em declarações à RTP, Marcelo Rebelo de Sousa disse ter recebido esta notícia com uma reação idêntica “à de todos os portugueses”, “uma reação de perda”.

“Perda por aquilo que Carlos do Carmo fez pela consagração do fado como património imaterial da Humanidade, mas também pelo que deu como voz de Portugal cá dentro e lá fora junto das comunidades portuguesas, prestigiando não apenas o fado, mas a nossa cultura”, destacou.

O chefe de Estado realçou ainda que Carlos do Carmo foi “uma voz” na luta pela liberdade nos tempos da ditadura e na transição para a democracia.

“Por detrás de uma grande figura da cultura estava um grande homem, com uma grande riqueza pessoal, uma sensibilidade e uma intuição e identificação com o povo português que o povo português não esquece”, acrescentou.

O Presidente da República considerou que a morte de Carlos do Carmo, no primeiro dia de 2021, “um dia que devia ser de esperança”, não pode ser encarada “com desesperança”, mas como uma homenagem a alguém que “nunca perdia a esperança”.

O fadista Carlos do Carmo morreu hoje de manhã aos 81 anos no hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse o filho Alfredo do Carmo à Lusa.

À RTP, Marcelo Rebelo de Sousa recordou uma “aproximação familiar muito grande” entre a sua mãe e a de Carlos do Carmo, antes do 25 de Abril.

“Os grandes momentos familiares eram passados normalmente perto para ouvirmos a sua mãe e a ele muito novo a cantar e ficou aí uma ligação que se renovava periodicamente”, contou.

O chefe de Estado destacou que, sendo “obviamente um homem de esquerda” e “sempre mais identificado com o povo do que com os poderosos”, o fadista relacionava-se de uma forma “muito próxima com as pessoas, de todos os quadrantes”.

“Era uma pessoa que, na intimidade, nunca perdia o otimismo nem a esperança de viver, mesmo quando muito doente. (…) Essa capacidade de enriquecer a vida dos outros com o seu otimismo, esperança, amizade, lealdade, traduzia-se quando cantava”, disse, evocando o seu último espetáculo em 2019 como “uma prova de resistência física”.

“Gostava de ser amado, amar as pessoas e de se dar às pessoas. Gostava de perceber que os portugueses o amavam”, resumiu o Presidente da República, apontando que Carlos do Carmo “gostava de promover os mais novos e chegava ao ponto de se apagar para fazer crescer os outros”.

Numa nota publicada no portal da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa evoca Carlos do Carmo como “uma das grandes figuras do fado e da dignidade do fado”.

“Dignidade do texto, da qualidade do texto, da dicção, do dizer. Dignidade de uma vocação exigente, sem cedências e vedetismos. Dignidade de uma atenção humana, de uma compaixão, uma empatia de ‘homem na cidade’ ao lado dos outros homens e mulheres”, aponta.

O Presidente recorda o percurso biográfico do fadista e o “reconhecimento público e crítico logo no primeiro disco que gravou, nas décadas de 1960 e 1970”.

“No Festival da Canção de 1976 foi o único intérprete de todas as canções concorrentes, e no ano seguinte editou aquele que é o mais conhecido dos seus discos com Ary dos Santos, ‘Um Homem na Cidade’. Com Ary, manteve colaboração fiel e produtiva, que deu origem a fados que nos parecem hoje imemoriais, como ‘Lisboa, Menina e Moça’”, acrescenta.

O chefe de Estado considera que Carlos do Carmo “contribuiu muito para a divulgação internacional do fado”, nomeadamente com a participação no filme “Fado” (pelo qual ganhou um prémio Goya), com a campanha pelo reconhecimento do fado como Património Imaterial da Humanidade, e com o Grammy Latino de Carreira que lhe foi concedido em 2014.

“Homem do rigor e da generosidade, dedicou-se nos últimos anos a gravar discos e a cantar ao vivo com outros músicos, do jazz e de fora do jazz. A sua relação com o público, de afeto e respeito mútuos, foi notória até ao fim, no concerto do Coliseu dos Recreios em 2019, onde pude uma última vez aplaudi-lo e congratulá-lo, depois de já o ter feito oficialmente, em 2016, com a atribuição do grau de Grande-Oficial da Ordem do Mérito”, acrescenta.

“À sua família, e em particular à tão amada companheira de uma vida, Maria Judite, apresento os meus sentimentos de pesar, saudade e gratidão”, refere ainda a nota.

Nascido em Lisboa, em 21 de dezembro de 1939, Carlos do Carmo era filho da fadista Lucília do Carmo (1919-1998) e do livreiro Alfredo Almeida, proprietários da casa de fados O Faia, onde começou a cantar, até iniciar a carreira artística em 1964.

Vencedor do Grammy Latino de Carreira, que recebeu em 2014, o seu percurso passou pelos principais palcos mundiais, do Olympia, em Paris, à Ópera de Frankfurt, do ‘Canecão’, no Rio de Janeiro, ao Royal Albert Hall, em Londres.

Despediu-se dos palcos no passado dia 09 de novembro de 2019, com um concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

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Costa: Carlos do Carmo libertou o fado https://bomdia.eu/costa-carlos-do-carmo-libertou-o-fado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=costa-carlos-do-carmo-libertou-o-fado https://bomdia.eu/costa-carlos-do-carmo-libertou-o-fado/#respond Fri, 01 Jan 2021 14:45:31 +0000 https://bomdia.eu/?p=232206

O primeiro-ministro, António Costa, lembrou hoje a “cumplicidade política” que se tornou “numa bela amizade” com Carlos do Carmo e considerou que o artista foi decisivo para libertar o fado e reconciliá-lo com a democracia. “Foi fundamental para reconciliar o fado com a nossa democracia e libertá-lo da ideia tão errada da tentativa de apropriação […]

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O primeiro-ministro, António Costa, lembrou hoje a “cumplicidade política” que se tornou “numa bela amizade” com Carlos do Carmo e considerou que o artista foi decisivo para libertar o fado e reconciliá-lo com a democracia.

“Foi fundamental para reconciliar o fado com a nossa democracia e libertá-lo da ideia tão errada da tentativa de apropriação por parte do Estado Novo. Foi decisivo para essa libertação”, disse António Costa à agência Lusa.

O chefe do Governo considerou Carlos do Carmo “um dos pilares fundamentais” da candidatura do fado a Património Imaterial da Humanidade e “alguém que se empenhou muito na renovação geracional do fado”.

“Apoiou e estimulou muito os novos fadistas porque tinha noção de que era fundamental para preservar o fado que continuasse a haver novas vozes que lhe dessem continuidade”, assinalou.

O primeiro-ministro, que durante a manhã de hoje tinha já evocado Carlos do Carmo como um “notável fadista” e “um grande amigo” numa mensagem na rede social Twitter, lembrou, numa nota mais pessoal, a última conversa com o cantor.

“Falamos ao telefone no dia 24 e combinámos ir jantar ao Poleiro, onde costumávamos jantar, mal eu saísse do confinamento. Vai ficar por fazer esse jantar com ele”, disse António Costa à agência Lusa.

“Para mim foi uma perda imensa como amigo e é um momento de grande tristeza. Uma forma muito triste de começar este ano que queríamos que fosse de viragem”, acrescentou, sublinhando o “privilégio de podermos ficar com a voz do Carlos do Carmo para sempre”.

Com um percurso político ao PCP, Carlos do Carmo foi mandatário de António Costa na campanha de 2009 para a Câmara Municipal de Lisboa e participou igualmente num almoço de campanha do PS nas legislativas de 2015, em que recusou definir-se como simpatizante socialista, dizendo antes ser um apoiante de Costa.

“Deu-me a honra de ser meu mandatário quando fui candidato à Câmara de Lisboa e não se limitou a dar o nome, o prestígio e a acompanhar-me na campanha eleitoral”, disse, recordando a forma como o fadista monitorizava o progresso das promessas feitas durante a campanha.

“Tinha o hábito de guardar sempre os folhetos de campanha e periodicamente íamo-nos encontrando e fazia questão de ir verificando como é que tinha sido executado cada ponto do programa. Via ponto a ponto se tudo se cumpria, porque é que havia atrasos”, recordou.

“Foi uma cumplicidade política que se transformou numa bela amizade”, acrescentou António Costa, sublinhando que já na chefia do Governo, Carlos do Carmo nunca lhe faltou com “palavras carinhosas” sobretudo nos “momentos mais difíceis”.

“Nunca me faltou com um telefonema e uma palavra de amizade, mas também com críticas, sugestões e ideias”, disse.

Lamentando a morte do cantor, António Costa endereçou condolências à mulher e aos filhos de Carlos do Carmo, prometendo para quando a necessidade confinamento provocada pela pandemia terminar “a grande homenagem” pública ao fadista.

O Governo decretou hoje um dia de luto nacional para segunda-feira, pela morte do fadista, que será também homenageado do espetáculo de abertura da Presidência Portuguesa da União Europeia.

O Governo propôs ainda ao Presidente da República a atribuição da Ordem da Liberdade, a título póstumo, “pelo determinante papel que Carlos do Carmo teve na renovação do fado, atribuição que, de resto, já estava prevista”.

O fadista Carlos do Carmo morreu hoje de manhã aos 81 anos no hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse o filho Alfredo do Carmo à Lusa.

Nascido em Lisboa, em 21 de dezembro de 1939, Carlos do Carmo era filho da fadista Lucília do Carmo (1919-1998) e do livreiro Alfredo Almeida, proprietários da casa de fados O Faia, onde começou a cantar, até iniciar a carreira artística em 1964.

Vencedor do Grammy Latino de Carreira, que recebeu em 2014, o seu percurso passou pelos principais palcos mundiais, do Olympia, em Paris, à Ópera de Frankfurt, do ‘Canecão’, no Rio de Janeiro, ao Royal Albert Hall, em Londres.

Despediu-se dos palcos no passado dia 09 de novembro de 2019, com um concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

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Morreu Carlos do Carmo https://bomdia.eu/morreu-carlos-do-carmo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=morreu-carlos-do-carmo https://bomdia.eu/morreu-carlos-do-carmo/#respond Fri, 01 Jan 2021 11:22:02 +0000 https://bomdia.eu/?p=232205

O fadista Carlos do Carmo morreu hoje de manhã aos 81 anos no hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse o filho à Lusa.  

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O fadista Carlos do Carmo morreu hoje de manhã aos 81 anos no hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse o filho à Lusa.

 

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Há uma explicação científica para acreditar em teorias de conspiração https://bomdia.eu/ha-uma-explicacao-cientifica-para-acreditar-em-teorias-de-conspiracao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ha-uma-explicacao-cientifica-para-acreditar-em-teorias-de-conspiracao https://bomdia.eu/ha-uma-explicacao-cientifica-para-acreditar-em-teorias-de-conspiracao/#respond Fri, 01 Jan 2021 10:22:41 +0000 https://bomdia.eu/?p=232199

Num vídeo publicado no YouTube, a neuro-cientista Shannon Odell explica porque é que determinadas pessoas são mais propensas a acreditar em teorias da conspiração. O fenómeno está relacionado com a leitura cerebral de padrões e a dopamina pode também desempenhar um papel no processo. “O cérebro humano está programado para ver padrões que nos ajudam a sobreviver. […]

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Num vídeo publicado no YouTube, a neuro-cientista Shannon Odell explica porque é que determinadas pessoas são mais propensas a acreditar em teorias da conspiração. O fenómeno está relacionado com a leitura cerebral de padrões e a dopamina pode também desempenhar um papel no processo.

“O cérebro humano está programado para ver padrões que nos ajudam a sobreviver. Padrões de deteção podem salvar as nossas vidas. O processamento de padrões tornou-se cada vez mais sofisticado com a expansão do córtex cerebral, particularmente o córtex pré-frontal e as regiões envolvidas no processamento de imagens”, começou por explicar.

Contudo, este mecanismo de sobrevivência pode acabar descontrolado, levando determinadas pessoas a percecionar de forma mais recorrente padrões ilusórios.

“À medida que evoluímos, o cérebro tornou-se tão bom na tarefa de encontrar padrões que, às vezes, vê um padrão em dados completamente desconectados. Pessoas que acreditam em conspirações têm cérebros que são mais propensos à perceção do padrão ilusórios, também conhecido como aquele que encontra conexões quando estas não existem”.

De acordo com a cientista, a dopamina, também conhecida como a “Hormona da Felicidade”, pode estar por trás da perceção de padrões ilusórios.

“Pessoas com níveis geneticamente mais altos de dopamina livre têm mais probabilidade de acreditar numa ou mais teorias da conspiração”, explicou. Depois de estas teorias se enraizarem, o viés da confirmação acaba por fortalecê-las, frisa ainda o portal IFL Science.

No mesmo vídeo, Odell explica ainda que os dias de incerteza que vivemos, em muito associados à pandemia, podem estar a exponenciar um boom de novas teorias.

“Sentimentos de impotência podem obrigar uma pessoa a tentar encontrar ordem no caos e isso muitas vezes significa encontrar padrões onde não há nenhum”, continua, antes de deixar um conselho para evitar estas situações: “[É importante] capacitar as pessoas, incentivando-as a agir sobre as suas próprias vidas. Isto pode reduzir os sentimentos de impotência e, por sua vez, reduzir os níveis de confiança nas teorias da conspiração”.

O novo coronavírus, que causa a covid-19, tem gerado várias teorias da conspiração, causando já centenas de mortes, segundo uma investigação publicada em agosto passado na American Journal of Tropical Medicine and Hygiene.

Algumas das teorias da conspiração estão relacionadas com a origem do vírus, havendo outras que alegam que as novas vacinas para combater a doença foram produzidas muito rapidamente e, por isso, contêm substâncias prejudiciais que podem alterar o código genético de quem as toma.

Outra das teorias da conspiração mais conhecidas está relacionada com os chemtrails: há quem pense que rastos deixados pelo aviões são “rastos químicos”, deliberadamente pulverizados a partir dos céus com alegadas substâncias nocivas.

 

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Saldos e conspirações https://bomdia.eu/saldos-e-conspiracoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saldos-e-conspiracoes https://bomdia.eu/saldos-e-conspiracoes/#respond Fri, 01 Jan 2021 07:05:47 +0000 https://bomdia.eu/?p=232152

Conspiração é os saldos serem de ano para ano cada vez melhores e eu ter cada vez menos dinheiro para os aviar. Os benevolentes das caixas de comentários, grandes causadores dos meus incómodos, dirão que a culpa é do capitalismo apesar de eu lhes repetir que estamos no paraíso socialista desde 2015. Falha-me algo e […]

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Conspiração é os saldos serem de ano para ano cada vez melhores e eu ter cada vez menos dinheiro para os aviar.

Os benevolentes das caixas de comentários, grandes causadores dos meus incómodos, dirão que a culpa é do capitalismo apesar de eu lhes repetir que estamos no paraíso socialista desde 2015.

Falha-me algo e não me venham com as putas das vacinas, faz favor.

 

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Dia Mundial da Paz: Papa destaca a cultura do cuidado https://bomdia.eu/dia-mundial-da-paz-papa-destaca-a-cultura-do-cuidado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dia-mundial-da-paz-papa-destaca-a-cultura-do-cuidado https://bomdia.eu/dia-mundial-da-paz-papa-destaca-a-cultura-do-cuidado/#respond Fri, 01 Jan 2021 05:31:22 +0000 https://bomdia.eu/?p=232203

O Papa evoca as vítimas da pandemia, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz 2021, 1 de janeiro, dedicada à “cultura do cuidado”, prestando homenagem a todos os que deram a sua vida pelos doentes. “O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da covid-19, que se transformou num fenómeno plurissectorial […]

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O Papa evoca as vítimas da pandemia, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz 2021, 1 de janeiro, dedicada à “cultura do cuidado”, prestando homenagem a todos os que deram a sua vida pelos doentes.

“O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da covid-19, que se transformou num fenómeno plurissectorial e global, agravando fortemente outras crises inter-relacionadas como a climática, alimentar, económica e migratória, e provocando grandes sofrimentos e incómodos”, refere Francisco.

A mensagem começa por recordar quem perdeu entes queridos e quem ficou sem trabalho, por causa da atual crise.

O Papa lembra depois “médicos, enfermeiras e enfermeiros, farmacêuticos, investigadores, voluntários, capelães e funcionários dos hospitais e centros de saúde”, que se dedicaram aos doentes com “grande cansaço e sacrifício, a ponto de alguns deles morrerem”.

“Ao mesmo tempo que presto homenagem a estas pessoas, renovo o apelo aos responsáveis políticos e ao sector privado para que tomem as medidas adequadas a garantir o acesso às vacinas contra a Covid-19 e às tecnologias essenciais necessárias para dar assistência aos doentes e a todos aqueles que são mais pobres e mais frágeis”, acrescenta.

Francisco sublinha que estes acontecimentos mostram a importância de cuidar “uns dos outros e da criação”, a fim de se construir “uma sociedade alicerçada em relações de fraternidade”.

Escolhi como tema desta mensagem ‘a cultura do cuidado como percurso de paz’; a cultura do cuidado para erradicar a cultura da indiferença, do descarte e do conflito, que hoje muitas vezes parece prevalecer”.
O texto adverte para o ressurgimento de várias formas de “nacionalismo, racismo, xenofobia e também guerras e conflitos”, que “semeiam morte e destruição”.

“Os nossos projetos e esforços devem ter sempre em conta os efeitos sobre a família humana inteira, ponderando as suas consequências para o momento presente e para as gerações futuras”, sustenta Francisco.

O Papa renova a convicção de que a humanidade está “no mesmo barco”, como mostrou a pandemia de Covid-19, recordando as crianças que “não podem estudar” e todos os que “não podem trabalhar para sustentar as famílias

“A carestia lança raízes em lugares onde antes era desconhecida. As pessoas são obrigadas a fugir, deixando para trás não só as suas casas, mas também a sua história familiar e as raízes culturais”, adverte.
Neste tempo, em que a barca da humanidade, sacudida pela tempestade da crise, avança com dificuldade à procura dum horizonte mais calmo e sereno, o leme da dignidade da pessoa humana e a ‘bússola’ dos princípios sociais fundamentais podem consentir-nos de navegar com um rumo seguro e comum”.

A mensagem de Francisco para o 54.º Dia Mundial da Paz tem como título ‘A cultura do cuidado como percurso para a paz’.

A expressão “cultura do cuidado” aparece na encíclica Laudato si’, de 2015: “o amor social impele-nos a pensar em grandes estratégias que detenham eficazmente a degradação ambiental e incentivem uma cultura do cuidado que permeie toda a sociedade” (n. 231).

O Dia Mundial da Paz foi instituído em 1968 pelo Papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do novo ano.

 

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Anedota do dia que é um bom conselho https://bomdia.eu/anedota-do-dia-que-e-um-bom-conselho/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anedota-do-dia-que-e-um-bom-conselho https://bomdia.eu/anedota-do-dia-que-e-um-bom-conselho/#respond Fri, 01 Jan 2021 03:28:48 +0000 https://bomdia.eu/?p=232139

A boda e a baptizado não vás se fores covidado!  

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A boda e a baptizado não vás se fores covidado!

 

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Feliz ano de 2021 https://bomdia.eu/feliz-ano-de-2021/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=feliz-ano-de-2021 https://bomdia.eu/feliz-ano-de-2021/#respond Fri, 01 Jan 2021 00:01:20 +0000 https://bomdia.eu/?p=232192

Covid 19, infeções por covid 19, mortes por covid 19. Pandemia, assintomático, profilático, confinamento, quarentena, isolamento, distanciamento, zaragatoa, uso de máscara, grupo de risco, vacina, luz ao fundo do túnel. Estas foram algumas das palavras mais usadas neste ano de 2020 que caminha para o seu final. No que a cartomantes, astrólogos, adivinhos, bruxos, e […]

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Covid 19, infeções por covid 19, mortes por covid 19. Pandemia, assintomático, profilático, confinamento, quarentena, isolamento, distanciamento, zaragatoa, uso de máscara, grupo de risco, vacina, luz ao fundo do túnel.

Estas foram algumas das palavras mais usadas neste ano de 2020 que caminha para o seu final.

No que a cartomantes, astrólogos, adivinhos, bruxos, e outros malabaristas, diz respeito, o alinhamento dos astros, ou as informações lá do outro mundo, não foram mesmo nada precisas, uma vez que as suas previsões para o ano de 2020 eram de que seria um ano muitíssimo bom.

Caso para dizer o que se tem vindo a dizer durante anos e anos…o futuro a Deus pertence.

O conteúdo que preencheu este ano não vai deixar saudades com certeza. No entanto, esta espécie de aviso à humanidade, de que nada se pode dar por garantido nesta vida, poderá ser uma lição valiosa para que se mudem certos estilos de vida, e certos hábitos.

Penso que ficou provado por A + B de que um dos investimentos mais inteligentes que qualquer governo pode fazer no seu país, para que beneficie o seu povo, e por consequência o mundo em geral, é sem dúvida alguma a saúde e a educação. Por sinal, vistas bem as coisas, uma e outra estão interligados.

O mundo precisa da ciência para ajudar na nossa sobrevivência, e precisa de um povo educado para entender os desafios impostos pelas adversidades que se nos apresentam no decorrer da nossa jornada. Povo suficientemente educado para que se não deixe levar pelas idiotices de uns quantos demagogos, que tudo fazem para se servirem da ignorância em favor das seus malabarismos, alimentando assim a sua ganância e fome de poder.

Este ano que agora está a chegar ao fim fica marcado pelo ano da pandemia. A ciência é a única esperança na resolução deste problema. A educação do povo é o complemento na resolução do mesmo.

O próximo desafio, que de facto já começou, será a nossa luta na preservação da nossa casa, que é o nosso planeta. As alterações climáticas são uma realidade, e uma vez mais precisamos da comunidade científica, e da educação do povo, no sentido de compreender a realidade deste problema que poe em risco o futuro dos nossos filhos e, os filhos dos nossos filhos.

Os votos para este novo ano que se aproxima, são sem dúvida alguma, a esperança de que marque o princípio do fim deste pesadelo pandémico.

Mas também são os votos de que toda a humanidade finalmente perceba que se não começarmos já, e já, não é nada cedo, a levar muito a sério o próximo desafio que de facto já começou, que é a saúde e a preservação do planeta, então, não chegaremos a sair de um pesadelo para entrar noutro de consequências mais drásticas ainda.

Chegou o tempo de sermos realistas. De acabar com as hipocrisias. De deixar de dizer o que parece ou soa politicamente correto. Chegou o tempo de pôr os pontos nos Is. Chegou o tempo de arrumarmos a nossa casa, de olharmos por ela, de cuidarmos dela.

Que o ano de 2021 marque o início de uma nova era e uma nova mentalidade global no sentido de cuidarmos do que é nosso e de nós será herdado pelos nossos descendentes.

Feliz ano de 2021.

António Magalhães

 

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