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Vice-consulado de Toulouse vai contratar mais funcionários

O vice-consulado de Toulouse vai ser requalificado como consulado e terá reforço de dois funcionários até ao final do ano, revelou esta quarta-feira a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes.

“[A comunidade portuguesa em Toulouse] é uma comunidade grande, de mais de 60 mil pessoas. E é uma comunidade que precisa de um reforço dos serviços consulares. Por outro lado, vamos ter aqui um cônsul de carreira que fará uma ligação às autoridades locais e poderá desenvolver essa área, já que Toulouse é um polo importante da aeronáutica e no ensino superior”, afirmou Berta Nunes, em declarações à Lusa.

A requalificação do atual consulado foi anunciada em junho e Berta Nunes declarou que essa mudança vai também levar a um reforço da equipa consular que serve a região da Occitânia, no Sul de França.

“Iremos reforçar a equipa do atual vice-consulado, que é pequena. Esperamos ainda este ano o concurso de pessoal”, indicou.

A atual equipa tem atualmente três funcionários consulares e deverá passar a cinco, passando ainda a haver um cônsul nesta região.

Além de uma visita às instalações do vice-consulado, a deslocação de Berta Nunes a Toulouse serviu também para inaugurar a delegação da Câmara de Comércio e Indústria Franco-Portuguesa na região. A governante esteve ainda com empresários da comunidade portuguesa ligados ao setor da distribuição alimentar e veículos pesados.

Berta Nunes reuniu-se com as autoridades municipais de Toulouse, onde a comunidade portuguesa é bem vista.

“Eles estão bastante sensíveis em relação à comunidade portuguesa, que está bem integrada e que tem dado um contributo importante”, declarou a secretária de Estado.

Berta Nunes revelou ainda estar a acompanhar de perto a situação das associações portuguesas em França, já que muitas estiveram completamente sem atividade durante os últimos 18 meses, começando agora a reabrir e a voltar às suas atividades.

“O movimento associativo está a sair de uma crise com a covid-19 e temos de acompanhar essa saída, ver o impacto e o que vai acontecer”, concluiu Berta Nunes.