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Partido Livre confirma candidatura de David Tanganho às Legislativas

O partido Livre anunciou recentemente David Tanganho como Candidato às Legislativas de outubro pelo círculo eleitoral da Europa.

David reside desde 2017 em Zurique, na Suíça, mas é natural de Lisboa e neto de emigrantes em França. Atualmente com 30 anos, desempenha a função de Médico Interno de Cirurgia no país de acolhimento.

De acordo com o Lusojornal, o candidato refere que passou a infância “entre o estímulo lisboeta, a natureza de Verdelhos (Serra da Estrela, concelho da Covilhã), as lides agrárias da Coriscada (concelho da Mêda, Guarda) e os imponentes castelos franceses do vale do Loire (Blois) e de Paris”.

“Apoiante não registado do Livre desde a sua fundação, tornei-me recentemente Membro por sentir que estava na hora de disponibilizar o meu tempo e motivação para ajudar o partido a espalhar a mensagem que para mim é uma lufada de ar fresco na política portuguesa e o personificar da esperança num Portugal e numa Europa mais tolerantes, mais solidários, mais ecológicos e mais democratas. Essencialmente, mais Livres”, garantiu àquela fonte.

“Como médico emigrante, as minhas prioridades programáticas favorecem, obviamente, a Saúde (sendo defensor acérrimo do legado de António Arnault, do preciosíssimo Serviço Nacional de Saúde que nos deixou, e da Lei de Bases da Saúde que este elaborou com João Semedo, derradeiro presente de ambos ao povo português), mas também a Educação, liberdades civis e Direitos Humanos, Relações Internacionais e Diplomacia. Finalmente, batalharei pela aproximação destes domínios à comunidade migrante, combatendo o distanciamento burocrático e emocional, numa tentativa de colmatar o geográfico”, continuou.

Mas mais do que chegar ao Parlamento, David Tanganho garante que pretende fazer com que os cidadãos portugueses, “mais concretamente os emigrantes europeus se pronunciem e que participem do futuro político de Portugal para que juntos combatamos a inércia que se apoderou do povo, a verdadeira inimiga da jovem democracia portuguesa”.