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Circulação das comunidades portuguesas é prioridade para Governo

O ministro da Administração Interna disse que no âmbito das medidas que estão a ser negociadas a nível europeu, a prioridade nacional está relacionada com a circulação dos portugueses da diáspora nos meses de verão.

“Há uma dimensão, que é uma dimensão europeia. Para nós, a prioridade é a circulação dos nossos cidadãos que possam, vindos do resto da Europa, de França, da Suíça, da Alemanha, com certeza, vir passar o seu verão a Portugal, voltando às suas terras e promovendo também aquilo que é a dimensão de animação da economia local”, disse Eduardo Cabrita.

O governante falava aos jornalistas na fronteira de Vilar Formoso, no concelho de Almeida, distrito da Guarda, após uma visita ao Centro de Cooperação Policial e Aduaneira (CCPA), onde se inteirou da atividade realizada desde que foram repostas as fronteiras.

Sobre o assunto, Eduardo Carita referiu: “Com preocupações de salvaguarda de distanciamento físico, utilizando regras de etiqueta respiratória e de higiene no uso das instalações, mas os resultados positivos que temos vindo a consolidar permitem-nos olhar para um verão com emigrantes em Portugal”.

O ministro disse ainda que o país tem de “consolidar” os resultados positivos registados mas, também, “gradualmente permitir condições que permitam aos portugueses vir até Portugal”, de acordo com a estratégia definida pela Comissão Europeia.

Disse ainda esperar que essa estratégica possa permitir “um gradual alargamento das possibilidades de circulação”, em primeiro lugar nas fronteiras internas (aéreas e terrestres) dentro da União Europeia e, numa segunda fase, de fronteiras para fora da União Europeia.

O controlo das fronteiras terrestres com Espanha está a ser feito desde as 23h00 do dia 16 de março em nove pontos de passagem autorizada, devido à pandemia da covid-19.

Os pontos de fronteira em funcionamento são Valença-Tuy, Vila Verde da Raia-Verín, Quintanilha-San Vitero, Vilar Formoso-Fuentes de Oñoro, Termas de Monfortinho-Cilleros, Marvão-Valência de Alcântara, Caia-Badajoz, Vila Verde de Ficalho-Rosal de la Frontera e Castro Marim-Ayamonte.

No âmbito do controlo das fronteiras, estão impedidas as deslocações turísticas e de lazer entre os dois países, sendo apenas permitida circulação de transportes de mercadorias e de trabalhadores transfronteiriços.