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Marinha portuguesa combate a pirataria no Golfo da Guiné

O comandante do navio-patrulha português NRP Zaire, estacionado em São Tomé há mais dois anos, reafirmou o empenho da Marinha em “assegurar a soberania” do país e “a segurança no Golfo da Guiné”.

O NRP Zaire chegou a São Tomé, com uma missão inicial de um ano. A missão foi prolongada para mais um ano e vai completar 900 dias no território são-tomense.

“Neste momento não existe uma data para o fim da missão, daí nós continuarmos operacionais e disponíveis para continuar a operar em águas são-tomenses”, disse o comandante da fragata, o primeiro-tenente Guilherme Rosinha.

“A marinha portuguesa e a Guarda Costeira de São Tomé e Príncipe estão a desenvolver esforços para que esta missão continue, o navio NRP Zaire, face à pandemia da covid-19, mantém a sua estadia em São Tomé empenhando-se na formação e manutenção dos seus equipamentos de bordo de forma a estender a sua cooperação “, acrescentou.

Esta missão resulta, explicou, do “comprometimento da marinha portuguesa para com a segurança do Golfo da Guiné, em particular com a soberania de São Tomé e Príncipe”.

“Apesar de todos os terríveis efeitos da pandemia global que nos afeta, ainda assim conseguimos ter algum otimismo para o futuro”, acrescentou o comandante.

O NRP Zaire, chegou a São Tomé a 22 de janeiro de 2018 para uma missão de cooperação e de capacitação operacional junto da Guarda Costeira do país.

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