
vou tacteando, tacteando
e dando, por vezes, com versos luminosos
como os seguintes, que trago guardados
num palimpsesto de carne, entre mapas
terem-nos largado nos confins da escuridão
num bosque combusto por completo
todos nus e com uma caixa
de fósforos vazia nas mãos
nascer foi talvez isto
talvez, não – tenho a certeza
dm
