
Regressam!
Partem!
Nesta manhã fria de janeiro, não sabemos.
As aves temporãs não vingam nas manhãs geladas de inverno.
Mais uma vez me perco entre a luz e a sombra.
Não sei se habitas nesse pequeno espaço. Não sei se te materializas no voo da aves.
Apenas sei que vivo entre a realidade e o sonho, na fronteira de um país à beira-mar.
