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Terceiro género?

Pelos vistos, os intersexuais alemães podem identificar-se a partir de agora no registo civil e nos documentos de identidade como “pessoas do terceiro género”, como consequência da entrada em vigor de uma lei aprovada em meados de Dezembro.

Isto é uma parvoíce! Eu para identificar uma pessoa, basta-me saber o sexo da pessoa, e às vezes nem sequer é necessário. Estou-me perfeitamente a marimbar para o género, se é um homem que se sente mulher, ou sé é uma mulher que se sente homem, se tem dias. Para que é que uma pessoa tem necessidade de se afirmar pelo género num documento de identificação, só se for por vaidade ou necessidade de afirmação. A sério, eu não necessito de saber conforme as pessoas se acham e do que gostam de fazer. Por mim é homem ou mulher, e um terceiro sexo é uma invenção modernaça muito embora acho que estão no seu direito. O género é uma coisa nova, o género é com cada um e não necessita de vir explanada no cartão de cidadão.

Um homem não é menos homem por amar um outro homem, e uma mulher não é menos mulher por amar e fazer amor com outra mulher! É a vida, é o seu canto, e pode manifestar publicamente as suas certezas, as suas dúvidas, os seus desejos mas fará disso a sua matriz identitária?

É-me indiferente que alguém que considero amigo ou amiga seja heterossexual ou não. É lá com ele ou com ela, não tenho nada a ver com o género dessa pessoa, na verdade nem com o sexo.