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Serpa abre galeria de arte contemporânea

A Câmara de Serpa, no Alentejo, abre, no sábado, uma galeria municipal de arte contemporânea para mostrar ao público uma “grande parcela” da sua coleção de obras artísticas, foi anunciado esta quarta-feira.

A Galeria Municipal de Arte Contemporânea de Serpa, no distrito de Beja, foi instalada num edifício situado no centro histórico da cidade onde funcionava o antigo Espaço Internet e que foi renovado, explica o município, num comunicado enviado à agência Lusa.

Segundo a autarquia, na galeria, que vai ser inaugurada no sábado, às 17:00, e “com certeza, enriquecerá a visita cultural que a cidade e o concelho” de Serpa “já oferecem”, vai ficar patente ao público “uma grande parcela da coleção de obras de arte” que a câmara “adquiriu ao longo das últimas décadas”.

A parcela que vai estar patente na galeria inclui obras de diversas técnicas, sobretudo pintura, serigrafia e escultura, da autoria de vários artistas portugueses e estrangeiros, como Vieira da Silva, Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, Graça Morais, Guilherme Parente, Chichorro, Rico Sequeira, José Bizarro e António Inverno.

De acordo com o município, a parcela é também “enriquecida” com obras de artistas contemporâneos naturais ou residentes no concelho de Serpa, como o cartoonista Luís Afonso, que desenhou um “cartoon” para a galeria, Manuel Bentes, Francisco Relógio, Margarida de Araújo, Leandro Sidoncha, Silvestre Raposo, Bento Sargento e António Réu.

Devido à dimensão e às características da coleção da Câmara de Serpa, além da galeria, o município expõe obras em outros dois locais complementares, ou seja, no “hall” principal do edifício dos Paços do Concelho, na Praça da República, e num circuito urbano dedicado à escultura pública.

“Grande parte” das obras expostas no circuito urbano são as vencedoras do Prémio Ibérico de Escultura que a câmara promove desde 2007 e, entre elas, figuram trabalhos dos artistas Fuentes Navarro, Thierry Ferreira, Veredas Lopes e Augusto Arana.

Entre as obras expostas no circuito urbano, que são “um pretexto para uma visita à cidade”, está também o “imponente” monumento ao cante alentejano da autoria de Giga Coelho, indica o município.