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Se partilha jornais nas redes sociais com os amigos leia isto

As partilhas ilegais das edições eletrónicas de jornais feitas através das redes sociais, como o Telegram, podem ter os dias contados. A Visapress, entidade que defende os direitos de autor na imprensa, vai interpor uma providência cautelar para que o Telegram remova os grupos pelos quais são difundidas as cópias piratas das edições de jornais e revistas.

A justiça já obrigou a rede social a apagar os grupos de piratas, em Espanha e Itália, onde os prejuízos diários para a imprensa ascendem a 650 mil euros. Em Portugal, a Polícia Judiciária já abriu uma investigação para travar as partilhas ilegais.

A disseminação ilegal de conteúdos da imprensa já se verificava antes da pandemia, mas aumentou exponencialmente com o confinamento, criando graves prejuízos para as empresas de comunicação social. Por isso, a Visapress, que representa os maiores grupos editoriais portugueses, decidiu aproveitar os exemplos espanhóis e italianos.

“No máximo nos próximos 15 dias a providência dá entrada. Quase diariamente surgem novas matérias para denunciarmos e estamos a tentar criar o maior número de conhecimento possível para avançarmos, mas já estamos a trabalhar e está muito próxima a entrega da providência cautelar”, disse à Lusa o diretor executivo da Visapress, Carlos Eugénio, que já contactou os responsáveis das aplicações WhatsApp e Telegram para travar o fenómeno.

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