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Retalho português com quebra de 40% em relação a 2019

A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) anunciou esta segunda-feira os dados recolhidos em todo o território português acerca das receitas geradas por aqueles setores e fez saber que, em relação a 2019, os mesmos enfrentam quebras na ordem dos 40%.

De acordo com o Jornal T, a primeira semana após a reabertura das lojas e comércios em Portugal, que enfrentaram um longo período à porta fechada devido à pandemia da covid-19, ficou marcada por uma quebra de 39% nos respetivos negócios. Por sua vez, os resultados foram ainda piores na segunda semana (para a qual já foram contabilizadas as lojas de Lisboa), tendo as vendas decaído para os 40,5%.

“Apesar das promoções que os lojistas estão a fazer, ainda é notória a fraca adesão dos consumidores às lojas. Estes dados reforçam a crise que ainda estamos a viver pelo que é urgente haver legislação que regule as rendas, em particular dos Centros Comerciais, sob pena de virmos a assistir a um desastre económico no retalho, com fechos de lojas e muito desemprego”, afirmou Miguel Pina Martins, presidente da AMRR, ao jornal Dinheiro Vivo.