
Como dizer o que todos sabem
Não redundando nem se inibindo
Na evidente luta da mensagem
Desde ontem, ainda existindo
De folgo adormecido e parco
Não parece o de ontem tão nobre
Ora por terra ora de barco
Correndo tanto para ficar pobre
Palermas seremos todos num nó
Que não veem verdades evidentes
De ouro que virou apenas pó
Em mãos de desgovernadas mentes
País de cristais em Tomar criado
De coração na alma tornado
Por nós todos tão desprezado
Com tanto ainda para ser amado
PP_02 03 2021
