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Que trabalheira orgasmar

Há dias numa daquelas conversas que nos levam a conversas tais, que nos interrogamos: hui! Como é que chegamos aqui?! – desta vez estacionamos aqui:

Quase todos nós saberemos – teremos lido ou ouvido que os negros – eu prefiro dizer pretos – são mais dotados e insaciáveis que nós, brancos – que não sendo brancos nos chamamos brancos.

Ao que se me consta é verdade. Não é mito. – Agora diz-se mitos urbanos. Coisa resiliente que faz toda a diferença.

Há dias alguém me disse que num hospital português havia duas médicas pretas que trabalhavam com uma coisa dentro das partes… e orgasmavam a trabalhar, na rotina do trabalho.

Se não fosse a obrigatória contenção, com contensão eu contava outras coisas realmente engraçadas.

Num âmbito geral – e nunca fui e quero muito continuar sem ser machista, feminista e tudo o resto, não tenho dúvida que, a nível sexual, não há diferenças. Claro que há as biológicas – que diabo! – essas têm que existir, mas nada além disso. Tendo a minha opinião, isso levava-nos muito longe. Poderia começar no joelho e ir por aí abaixo aos algarves.

Mas basicamente é isto: homem e mulher complementam-se. E só assim tem que ser. A haver sexo forte seriam as mulheres. Mas na minha opinião não há. Há é de facto muitos pergaminhos, preconceitos, toda uma cultura secular que ainda não ultrapassamos. Mas também há mulheres que não contribuem para ultrapassar.

Assenta basicamente nisto: se o macho fizer sexo com uma mulher, diz que fez com vinte. É o maior! Se for a mulher, não pode dizer que fez uma. Se disser que fez uma vez, no mundo masculino vão dizer que fez vinte. No mundo masculino e nas nossas culturas, que é isto e aquilo e ainda uma pauta e notas infindas por aí adiante.

Há forte possibilidade de se meter num calcanhar daqueles. Faz-se uma música numa pauta com notas infindas, com fusas, semifusas, que pode terminar com dó em clave de chuva.

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)