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Quase fantástico

O poeta avalia a vida e as coisas que ela tem
Que se deve honrar e respeitar pai e mãe 
E canta para sua mãe obrigado pelo pão 
Que deixaste de comer para saciar teus filhos.

A poesia resiste a qualquer que seja a indiferença 
E marca sua presença pedagógica na sociedade 
O poesia não entende o mundo e sua matança 
Mas compreende que religiosos lhes falta a sinceridade.

Poema quase fantástico, escrevo-te por dentro
Repito-te agora, talvez eu achasse uma pérola 
Escavo bem fundo e depois novamente tento
Eu sei que sairá um poema quase fantástico.

Será terno, um suplício lento mas atrevido
Já vejo tua boca pequena, tua face morena
E já contemplo o teu sorriso bem vivo
Uma grande mulher, porém de estatura pequena.

Poema quase fantástico, sem medo e rima
A inspiração vem sempre no momento exacto.
Será que desta vez vou conseguir uma obra-prima
Um poema artificial, ou simplesmente um relato!?

Mas eu persisto, agora dou-te vida e cor
Fantasia, imaginação, e um grande roteiro
Na minha escrivaninha está o mundo inteiro
Muita coisa por escrever, mas sempre há muito amor!

José Valgode

Esta publicação é da responsabilidade exclusiva do seu autor.

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