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PS pede desculpa por ser incompetente e fazer campanha com mentiras

Olá a todos, menos aos dois seguidores que têm Crocs calçados. Que estilo parolo. Até parece que adquiriram patas de pelicano. Deixem-se disso, ou pelo menos usem esses tanques sem meias. Adiante.

Sabem aquele conto do menino que estava sempre a mentir e que um dia quando finalmente disse a verdade, ninguém acreditou? É um pouco o que se está a passar com o gordo do António Costa, secretário-geral do Partido Socialista.

O António não consegue deixar as trapalhadas e todos os dias há uma nova paródia. Lá numa coisa ele tem razão: a alegria aos portugueses ele já está a dar, pelo menos pelas redes sociais têm sido um fartote; e por mais ponderado que o António José Seguro fosse, nunca conseguiu proporcionar momentos tão hilariantes.

Desta vez, o António utilizou cartazes com citações que não correspondem as pessoas que surgem nas fotos. E para piorar, uma das pessoas que aparece nos cartazes, afirma não ter dado autorização para a publicação da sua foto, nem tampouco estaria desempregada ou terá dito aquilo que surge ao lado da sua foto. Portanto, podemos concluir que há mentiras atrás de mentiras, à volta de uma campanha descontrolada e sedenta de poder.
Para tentar acalmar a situação, o Partido Socialista pediu desculpas públicas, em especial às pessoas implicadas. Mas pedir desculpa não chega, ó António. Na minha opinião, mais do que pedir desculpa, é bom que o Partido Socialista siga à risca aquilo que fez questão de publicar em todos os cartazes: “Não brinquem, respeitem as pessoas”. Então, é bom que o PS comece a preparar a nota.

“Eu não estou desempregada desde 2012. Não me podem envolver desta maneira. Aqueles dados são mentira”, disse a jovem ao jornaleco Observador, que ontem em todas as notícias que lançava, até parecia que a redacção estava completamente rodeada de álcool.

No meio disto tudo, quem se deve estar a divertir à grande é o “Tó Zé”, que perdeu a liderança do partido com o acto de cobardia do Costa, e por menos carismático que tenha sido, nunca cometeu uma falha desta dimensão. Falhas básicas em pré-campanha eleitoral, ó António Costa? Assim não vais lá.

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