
Nós somos presidentes. Somos não.
Queremos ser proeminentes em decadência
Ver a pobreza, sem ter dor na consciência,
Que o povo é ignorante, e está a ver televisão.
Nós futuros presidentes, sofremos a consequência
De um condicionamento de muita formação
Secular de passiva inacção
Só queremos ser presidentes por urgência.
Se passarmos de candidatos a protagonistas
Sentiremos à beira mar muita tristeza
De ver a nação em austeridade e torpeza.
Não tenha nada contra os Presidentes
Nem dos actuais, nem antes, nem os “dantes“.
Muitos são os que tem o desejo de presidir,
Mas poucos, sabem presidem à sua família.
Mas muitos são aqueles que só querem exigir
E exibem-se na política e na homilia.
Todos querem ser protagonistas da nação,
Mas qual nação? A inacção? Todos gritam,
Somos todos presidentes, ou temos a pretensão
A outros criticar. Basta. Juntem-se aos que nos edificam!
