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Projeto da Universidade de Aveiro finalista de concurso europeu

A presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) afirmou que já é um “prémio” a presença do ECOMARE-Laboratório de Recursos Marinhos da Universidade de Aveiro num concurso de nível europeu com 200 candidaturas.

“A CCDRC já considera que é um prémio ser finalista de um concurso, a nível europeu, onde tivemos cerca de 200 candidaturas”, afirmou Ana Abrunhosa, em declarações à agência Lusa.

A presidente da CCDRC sublinhou que foi um grande prestígio a presença do projeto da Universidade de Aveiro, ligado à economia do mar e que integra investigação e a prestação de cuidados a animais marinhos, entre os finalistas dos RegioStars.

Os vencedores foram anunciados em Bruxelas pela Comissão Europeia.

“É um projeto que já antecipa uma das áreas de futuro do próximo quadro comunitário, a economia azul, e, por outro lado, é também uma grande satisfação para a equipa de gestão da CCDRC, porque significa que aplicamos bem os fundos europeus”, sustentou.

Ana Abrunhosa sublinha que o projeto português é também uma mensagem para os países que contribuem e que muitas vezes têm a perceção de que os fundos europeus não são bem aplicados: “Essa perceção, muitas vezes, é nacional apenas”.

Adiantou ainda que estes projetos demonstram precisamente o contrário.

“Nós aplicamos bem a solidariedade europeia e nesta fase é muito importante demonstrar a boa aplicação dessa solidariedade europeia. Nós fazemos bem, tão bem ou melhor do que os outros países e temos que, cada vez mais, ter essa perceção no nosso pais”, concluiu.

Já o vice-reitor da Universidade de Aveiro, Artur Manuel da Silva, disse que o facto de o projeto da instituição não sair vencedor deste concurso europeu “não é desilusão nenhuma”.

“Nós, ao estarmos aqui representados temos uma grande vitória (…). É uma vitória para Portugal, para a região Centro e para a CCDRC e os fundos regionais que suportaram esta infraestrutura que nós temos e que tem duas valências: a economia do mar e a recuperação de animais”, concluiu.

#portugalpositivo