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Português exemplo de resiliência na noite luxemburguesa

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A mais prestigiada revista de negócios do Luxemburgo, entrevistou Hugo Borges, um portuense que desde os 11 anos vive no Luxemburgo.

A revista Paperjam apresenta o exemplo do português e entrevista-o no contexto da pandemia e os desafios para os “empresários da noite” luxemburguesa.

Com uma formação em comércio, Borges trabalhou em bares desde muito jovem, enquanto estudava. Depois de alguns anos a trabalhar na multinacional norte-americana Goodyear, que tem uma fábrica no Luxemburgo, o português decidiu mudar de ramo e abrir o seu próprio bar-discoteca.

Hugo Borges tomou conta do 4ever, um espaço detido por uma portuguesa, na pequena localidade de Steinsel, e aí criou o Moov. Imediatamente, ainda antes da pandemia, o empresário afirma ter encontrado dificuldades junto das autoridades locais que limitaram a abertura do local até às 3 da manhã em vez das 6 horas.

Depois de uma batalha administrativa, Hugo Borges conseguiu obter a autorização para abrir até às 6 horas da manhã, mas depois chegou a pandemia.

Quando os locais noturnos voltaram a ter autorização de abertura, as autoridades locais voltaram a impedir a abertura tardia do Moov, argumentando problemas de trânsito. Segundo a revista Paperjam, a autarquia não quis explicar-se sobre o assunto, mas todos recordam que Hugo Borges chegou a fazer greve de fome diante do edifício da comuna para obter de novo as autorizações de abertura.

Hugo Borges voltou aos seguros para conseguir subsistir mas promete que o Moov não morreu e que vai voltar a animar as noites luxemburguesas com originais iniciativas.

#portugalpositivo

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