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Portugal Nação Global: Emídio Sousa aplaude “sucesso” da primeira edição

© Luís Cruz / BOM DIA

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, encerrou o fórum Portugal Nação Global com um balanço dos resultados alcançados e a definição das diretrizes para a futura relação com a diáspora. O evento registou a presença de 189 empresas provenientes de 43 países e cinco continentes, num total de mais de três mil pessoas credenciadas.

Durante a sessão, o governante detalhou a componente operacional do fórum, que incluiu a realização de 200 reuniões de negócios envolvendo 400 participantes inscritos. Emídio Sousa destacou a colaboração da rede diplomática e consular na mobilização destes agentes, assim como o apoio institucional da Fundação AEP, do Banco Santander, da AICEP, do Ministério da Economia e de diversas entidades regionais e municipais, nomeadamente 14 comunidades intermunicipais e os governos das áreas metropolitanas e regiões autónomas.

Sobre o modelo de organização, o secretário de Estado explicitou a decisão de não atribuir apoios financeiros para deslocações. “Queria agradecer às empresas portuguesas e, sobretudo, aos empresários que estão aqui estão. Estas pessoas fizeram um grande investimento, porque eu tomei a decisão, desde o início, de não financiar nem viagens nem estadias, com um objetivo: quem vier, já vem com um investimento, não vem fazer turismo. Foi isso que aconteceu. Estão cá 189 empresas”, afirmou.

O governante referiu ainda que o projeto contou com a anuência do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, para a sua execução. Emídio Sousa declarou que a plataforma resultante deste fórum passará a ter um caráter permanente, descrevendo o evento como um “pontapé de saída” para um novo modelo de relacionamento entre o Estado português e as comunidades residentes no estrangeiro.

O fórum Portugal Nação Global é um evento promovido pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em parceria com a secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, com a Fundação AEP, com o Banco Português de Fomento e com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Veja, em baixo, a entrevista completa.

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