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Portugal entrega fardamento militar à Guiné-Bissau

O ministro do Interior da Guiné-Bissau, Juliano Fernandes, destacou esta semana o apoio de Portugal para o fortalecimento e capacitação das forças de segurança do país, depois de ter recebido um donativo de fardas para a Guarda Nacional.

“A entrega de fardamentos à Guarda Nacional testemunha o nível satisfatório da cooperação entre a República da Guiné-Bissau e a República de Portugal e testemunha também que estamos aqui perante umas das relações de cooperação que verdadeiramente conta, porque é traduzida em ações concretas e não em meras declarações de intenções, que contribuem para que a Guiné-Bissau se fortaleça e capacite ainda mais”, afirmou Juliano Fernandes.

A Guarda Nacional da Guiné-Bissau recebeu recentemente 80 caixas de fardas da sua homóloga portuguesa, numa cerimónia que decorreu no Ministério da Defesa, em Bissau.

“O Governo da Guiné-Bissau está efetivamente apostado em criar todas as condições que são requeridas para que o país seja seguro, no qual o seu povo e todos os que o visitam, residem ou trabalham possam viver em segurança e desenvolver as suas atividades e viver em sossego sem preocupações”, salientou o ministro.

Juliano Fernandes sublinhou também que a segurança é questão ‘sine qua non’ para a estabilidade governativa, social e económica de qualquer país.

“Portugal interpreta muito bem esta determinação do Governo, este propósito em garantir as condições de segurança e a importância que esta segurança tem em garantir as condições de segurança no desenvolvimento da Guiné-Bissau”, disse.

Nas declarações aos jornalistas, o ministro do Interior disse também que um dos eixos de dignificação das forças de segurança passa pela forma como estão vestidos.

“O fardamento vem contribuir para uma maior dignificação, uma maior representatividade e uma maior e melhor presença das nossas forças de segurança”, salientou.

Presente na cerimónia esteve também o embaixador de Portugal, António Alves de Carvalho, que salientou que a cooperação entre os dois países “não se esgota” naquela cerimónia, destacando a formação que tem sido dada às forças de segurança.

“Caminhamos para uma trilha de tranquilidade, uma rota de estabilidade, uma rota de afirmação da soberania das instituições, do povo e da defesa da sociedade e do território do Estado”, afirmou o diplomata português, salientando que cabe à Guarda Nacional assegurar a defesa da fronteira guineense e que deve estar “habilitada e preparada” para o fazer.