Portugal consolida-se como destino de referência para investimento estrangeiro
Portugal continua a afirmar-se como um destino atrativo para investimento estrangeiro de elevado impacto, sobretudo nas áreas da indústria avançada, tecnologia, sustentabilidade e investigação e desenvolvimento (I&D). Fique a par dos investimentos anunciados recentemente.
Destaque para o grupo taiwanês SHP, que vai aplicar 16,86 milhões de euros na construção de uma nova fábrica de embalagens cosméticas em Leiria, unidade que passará a funcionar como centro de produção europeu da empresa.
De acordo com a AICEP, no setor do calçado, a ASF 4.0, pertencente ao grupo francês Chamatex, prepara-se para abrir em Portugal uma nova fábrica automatizada de calçado desportivo, contribuindo para o reforço das capacidades nacionais de produção avançada.
Lisboa acolheu também a abertura de um novo escritório da Mesh-AI, empresa britânica de consultoria em dados e inteligência artificial, que irá apoiar clientes no Reino Unido e em vários mercados europeus.
Segundo a referida fonte, no Porto, a empresa alemã Techem, em parceria com a tecnológica portuguesa xelerate.tech, lançou um novo Centro de Desenvolvimento de Software dedicado à eficiência energética e à descarbonização. Já em Ovar, o Grupo KEENFINITY inaugurou uma fábrica de eletrónica avançada, expandindo a produção de sistemas de comunicação e equipamentos eletrónicos.
Em Vila Nova de Gaia, o grupo austríaco Zumtobel está a ampliar o seu centro de I&D em Iluminação Inteligente, focado no desenvolvimento de soluções de iluminação inteligente e de gestão de energia.
No setor aeroespacial, a Airbus lançou uma nova joint venture de software em Coimbra, em parceria com a empresa portuguesa Critical Software, reforçando o papel de Portugal na cadeia de valor tecnológica europeia.
Por sua vez, a empresa indiana Cyient abriu um Centro de Experiência do Cliente em Lisboa, dedicado às áreas das infraestruturas digitais e da inovação. Em Aveiro, a Bosch (Alemanha) anunciou um investimento de dois milhões de euros para expandir a produção de bombas de calor, consolidando a posição de Portugal no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para o clima.