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Poesia que irradia

Deitado ao luar vejo uma luz que irradia
Tento contar as estrelas em suave harmonia
Magistral é a criação e linda é a poesia
Que espelha no rosto imensa alegria.

E um poema falado, escrito e computorizado
Gravado no disco rígido de qualquer Net
Quando ouço a concertina e gemendo um fado,
O poema voa de tecla em tecla e canta por sete.

Até Arranca as penas à fantasia e ama Maria
Que gosta de viajar sentada num Mercedes Benz
Que por acaso até é uma boa carripana
Mas que nunca se benze a cada dia.

Assim é um poema globalizado, declamado
Entre amigos, que valoriza os sentimentos
Reaviva a imaginação de um sorriso mal-humorado
E transforma os maus, em uns bons momentos.

Meu poema que grita num mundo esfomeado
De carinho. Escrevo leio e te releio e borboleio
Num seio de pedra viva de um poema floreado
Encastrado na alma de poeta que leio e releio.

A Poesia que irradia à noite e ao meio dia
É a mesma sentada ao dardejar do sol
É aquela que abre um coração para a alegria
É sempre e será a mesma poesia cor de arrebol.

Por que a leitura é cultura e ler é preciso
É um acto que de facto, hoje poucos o praticam
Num mundo globalizado, computorizado eu friso
Que leiam mais, os que a leitura criticam!

José Valgode

 

Esta publicação é da responsabilidade exclusiva do seu autor.