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Outra vez

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Madrid, Londres, Toulouse, Bruxelas, Paris, Copenhaga, Paris, Bruxelas, Nice, Wurzburgo, Rouen, Berlim, Paris, Londres, Estocolmo, Manchester, Londres e novamente Paris, por esta ordem, desde 2004. O horror vai sendo perpetrado na UE por cobardes que vitimam civis indefesos, crentes de que uma guerra se trava assim e o paraíso recompensará a loucura. A cada atrocidade repetem-se proclamações previsíveis – os terroristas não vão mudar os nossos modos de vida – insiste-se que a Europa precisa de gente e reforçam-se as juras pelo multiculturalismo. Depois, continua tudo na mesma.

Na Europa há bairros de cidades onde a Polícia não entra, a Sharia é imposta e radicais identificados pregam o fundamentalismo islâmico, no apelo à destruição dos valores de referência das sociedades ocidentais que lhes dão abrigo. Tudo se aceita, justificado no sacrossanto direito à diferença e à liberdade de expressão. Simplesmente não é normal.

O multiculturalismo implica respeito igualmente mútuo. E a Europa não precisa de gente apenas. Só faz falta quem se integre, aceitando e cumprindo as regras de quem abre as suas portas. Absurdo é que quem acolha, se possa sentir refém na sua própria terra. Mas acontece.

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