[Poemeto arrabiscado aos microfones da Rádio Felgueiras, como se vê pela data – ao tempo da pirataria – para se preencher o espaço radiofónico. Mas sentido para dedicar, agora, em particular à minha mãe, que não cumpriu o ano cem, mas que continua sempre presente]
Mãe, beijo!
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