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Macau não esquece os 120 anos de Eça de Queirós

O 120.º aniversário da morte do escritor Eça de Queiroz vai ser assinalado em agosto e setembro em Macau, num ciclo de conferências que aborda o autor português em três facetas, da diplomacia à ópera.

O programa comemorativo dos 120 anos da morte de Eça de Queiroz, organizado pela Fundação Rui Cunha, a Associação dos Amigos do Livro em Macau e o IPOR – Instituto Português do Oriente, arranca em 13 de agosto, às 18h30, no auditório Stanley Ho, com uma conferência sobre a carreira diplomática do escritor, apresentada por Carlos Frota, primeiro cônsul-geral de Portugal no território.

Em 20 de agosto, também às 18h30, é a vez de a professora Ana Paula Dias apresentar “Eça na ópera”, na Fundação Rui Cunha, a propósito das referências à música clássica e árias líricas nos seus romances.

A sessão, que vai incluir alguns trechos musicais alusivos à obra de Eça, falecido em 16 de agosto de 1900, integra-se nas “Conversas Ilustradas com Música”, produzidas pelo escritor Shee Vá na Fundação Rui Cunha, cujo ciclo atual tem como tema “A ópera na literatura – Ouvir com os olhos”.

A fechar o programa, no dia 01 de setembro, também na Fundação Rui Cunha, o mote é a internacionalização, tradução e adaptação da obra do escritor, com a exibição do filme mexicano “O Crime do Padre Amaro”, do realizador Carlos Carrera, com Gael Garcia Bernal, Ana Claudia Talacon e Sancho Garcia.

A controversa adaptação do romance homónimo de Eça foi nomeada para o Óscar de melhor filme estrangeiro em 2002.

A sessão é precedida de uma conferência pela professora Dora Nunes Gago.