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Jovem promessa da natação lusa viajou para o Luxemburgo à procura de medalhas

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Alana Matias tem apenas 16 anos mas já conta com um percurso desportivo digno de registo. Aprendeu a nadar aos 3 e desde que descobriu o mundo da competição não mais parou. Tem vindo a somar medalhas atrás de medalhas, seja a nível nacional ou internacional, e este fim de semana vai ao Torneio Internacional da Cidade de Ettelbruck, no Luxemburgo, lutar pelos primeiros lugares em seis categorias distintas.

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Natural da União das Freguesias de Eiras e São Paulo de Frades, em Coimbra, representa Clube Náutico Académico de Coimbra (CNAC) e também a seleção nacional. Seguiu os passos do pai, embora noutra modalidade, já que Nathan Matias, luso-canadiano, foi durante vários anos internacional português em futebol de praia, tendo chegado a participar em torneios mundiais.

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Este fim de semana, Alana entra em cena na piscina do Lycée Technique Ettelbruck, sendo a única atleta a viajar diretamente de Portugal para participar nesta prova organizada pelo SC Dauphin Ettelbruck e pela Federação Luxemburguesa de Natação.

Em seu nome, pese embora a prematura idade, já tem vários títulos de campeã nacional, dois “ouros” nos 100 e 200 metros livres no 15.º Meeting de Rives du Lac, em Yverdon-Les-Bains, na Suíça, e uma medalha de bronze nos FFGames 2024, disputados em Bucareste, na Roménia.

“Entro na água e os problemas deixam de existir”

As conquistas também se têm feito notar fora dos complexos desportivos, razão pela qual Alana celebrou a entrada no mundo da marca Claw, no papel de embaixadora, com um vídeo promocional. Nele, assegura que basta entrar na água para que os problemas deixem de existir, mas desengane-se se pensa que a vida de uma atleta de alta competição de apenas 16 anos é simples.

“É muito fácil ver as medalhas, mas só quem vive isto é que sabe o que realmente o que significa. É o nosso esforço, o nosso sacrifício. Há sempre uma história por trás de uma medalha. Todas as minhas medalhas têm uma história”, frisa.

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Habituada aos pódios desde muito nova, assume que o seu lema é “nunca desistir”.

Obstinada por natureza, justifica todos os seus pódios com trabalho duro e diário: “Um atleta a sério vai ao treino mesmo quando nem tudo está a correr bem, quando não há tanta motivação, mas por vezes é nessas alturas que começam a surgir os melhores resultados. Quando estou cansada, penso que o sofrimento e esforço vai um dia mais tarde ser recompensado”.

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