Há um lugar dentro de mim que não fala,
mas sabe…
Não precisa de provas, nem de lógica ou explicação
É como o vento antes da tempestade — não se vê, mas anuncia-se.
A intuição não grita
Ela sussurra em silêncio no meio do ruído, que espera que eu a escute
Por vezes é um arrepio, ou um simples silêncio que pesa mais do que mil palavras…
Ela não pede permissão, não se explica
Só aponta, como quem conhece o caminho sem nunca ter lá ter estado
E quando confio, o mundo parece alinhar-se
com algo que não se vê, mas que sempre esteve aqui
Assim, pedindo somente ser ouvido sem perguntas ou respostas dispensáveis.
PP_20092025
