
A querer dizer não aos costumes, acabo por contrariá-lo.
Provavelmente o que vou dizer, di-lo-ei noutros dias e aí não entenderão…
Hoje cada mulher internacional, viva e a exemplo de hoje, como cada uma deve viver individualmente. Viver todos e mais alguns dias.
E para que tal aconteça é preciso que hoje também seja internacionalmente o dia do homem. Das pessoas. Das crianças, dos pequenos, de todos…
E ninguém mais violencie de qualquer modo, além, mesmo, da violência doméstica. Até porque normalmente essa vem atrás de disfunções diversas, mas sobretudo mentais.
E faltas de rectaguarda – no sentido mais técnico do termo.
Mário Adão Magalhães 016/03/08
