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Haikuneto diatríbico

O poeta suturno quer amor e fama,

mas não tem chama.

Religiosamente escrevinha haikus,

Forja, finge, inventa inglórias e desterros.

Borboletas de luz aproximam-se do buraco negro,

ficam presas, de asas queimadas no horizonte

de eventos onde nunca nada acontece.

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