
Há pessoas, profissionais, até, que nos fazem calar palavras que não sabemos dizer, que calam lá no fundo as nossas palavras de agradecimento.Tudo quanto disséssemos é sempre coisa pouca…
Nem as palavras superlativas servem para ilustrar a sua dimensão.
Como dizia, elas são profissionais, muitas vezes. E o seu trabalho, a sua dimensão enquanto homens, enquanto profissionais, nunca serão, creio bem, suficientemente avaliadas. Muita gente lhes fica abaixo dos calcanhares, da sola dos pés. E isto, sabemo-lo bem, é raro.
Mas acontece. Eu, ao longo de muitos anos, encontrei profissionais que são escroques por si, maus profissionais e más pessoas. Outras boas e outras cujas palavras não chegam para as definirmos.
Deste modo calo as minhas palavras. E não vejo as letras por marejo.
A minha oração é silenciosa, inaudita.
Trago ainda, aqui, um outro testemunho, sobre um funcionário, que ontem encontrei, mas este no Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, aonde já presenciei actos antagónicos.
Se criticarmos, e porque a excepção, mesmo que rara, existe, temos que nos congratular.
