De que está à procura ?

Lisboa
Porto
Faro
Portugal

Financial Times: duas escolas portuguesas no top 50 mundial

A Universidade Católica é a grande vencedora portuguesa nos rankings globais do Financial Times, publicados esta segunda-feira, sobre formação executiva. Em relação ao ano anterior, a Católica Lisbon School of Business & Economics sobe três posições, tendo sido considerada a 40.ª melhor do mundo, conta o Observador.

Entre as 50 melhores do mundo, aparece ainda a Nova SBE, no último lugar da tabela. Porto Business School e ISCTE aparecem também nos rankings do Financial Times, a primeira nas duas categorias estudadas, programas abertos e customizados, a segunda apenas nos customizados.

Pelo 12.º ano consecutivo, a Católica sagra-se líder portuguesa na formação de executivos. Para Nuno Fernandes, da Católica Lisbon School of Business & Economics, a posição de liderança “deve-se ao acumular de experiência, qualidade e de competências necessárias para responder a projetos ambiciosos como são aqueles que os profissionais e empresas hoje exigem: com impacto”.

Para além do 40.º lugar no ranking das 50 melhores escolas de formação de executivos, a Católica aparece ainda em 50.º lugar na categoria dos chamados programas abertos, aos quais qualquer estudante se pode candidatar, e em 42.º lugar na categoria dos programas customizados, ou seja, aqueles que são feitos à medida das empresas que os encomendam.

No top do Financial Times, a segunda melhor escola portuguesa é a Nova SBE. Em comunicado, a escola classificada como a 50.ª melhor escola de Formação de Executivos no mundo e 26.ª na Europa, ressalva que tem desenvolvido o seu trabalho para competir com as melhores escolas do mundo.

 

A Nova SBE ficou em 57.º lugar na categoria de programas abertos e em 62.º lugar nos programas customizados.

Nos rankings do Financial Times, surge ainda a Porto Business School em 69.ª posição nos programas abertos e em 75.ª posição nos programas customizados. Também em comunicado, a escola ressalva ter mantido a sua posição em relação a 2017, apesar de sete novas escolas de negócio ter entrado na corrida.