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Ontem nas finanças a menina que me atendeu, depois de acertar as contas de acordo com a amnistia, sorriu-me e expeliu-me um “que grande alívio, não? Paga assim muito menos, deve ser um grande alívio”.

E olhava-me com insistência à espera da minha anuência.

Fiquei muda para não lhe dizer (coitada, não tem culpa) que roubo é roubo e não há amnistia que o torne virtuoso.

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