De que está à procura ?

Desporto

Euro de futsal: Portugal não sabe perder

© dr

A seleção portuguesa de futsal, já qualificada para os quartos de final, ‘suou’ esta quarta à noite para completar o pleno de triunfos na última jornada do Grupo D do Campeonato de Europa, batendo por 3-2 a Polónia.

Descansados na liderança do agrupamento, os lusos marcaram por intermédio de Tomás Paçó (seis minutos), André Coelho (15) e Rúben Góis (37), mas tiveram boa réplica polaca, com os tentos de Sebastian Leszczak (14) e Mikolaj Zastawnik (18).

Segue-se a Bélgica, segunda classificada do Grupo C, nos ‘quartos’, após liderar o grupo com nove pontos, com Portugal a ser acompanhado na fase seguinte pela Itália, cujo empate contra a Hungria bastou para marcar encontro com a Espanha.

O objetivo era claro – completar o pleno de triunfos mesmo com a qualificação já assegurada -, mas a entrada de Portugal em jogo foi pautada por desinspiração e pouca intensidade, embora tenha conseguido marcar primeiro, aos seis minutos.

Pauleta progrediu pelo corredor central e entregou a Tomás Paçó, a aparecer de forma muito oportuna a encostar, mas a Polónia manteve-se a lutar pela ‘honra’ e Kutchy arriscou uma grande penalidade, ao cometer uma falta no limite da área.

Não foi nesse livre direto que a Polónia empatou, foi no seguinte, com um potente disparo de Sebastian Lesczak, aos 14, que, no entanto, foi logo anulado pelo golo fantástico de André Coelho, aos 15, de primeira, visando o ângulo superior direito.

Antes do intervalo, aos 18, um remate aéreo de Mikolaj Zastawnik só parou dentro da baliza, beneficiando de um ligeiro desvio em Pany Varela para ‘trair’ Edu, que, a poucos segundos do descanso, impediu com a ponta do pé a vantagem contrária.

Na segunda parte, depois de um período sem muitas ocasiões, Rúben Góis e Pany Varela acertaram no poste, aos 26 e 33, respetivamente, e Tomás Paçó viu Michal Kaluza efetuar uma grande defesa ao seu remate em zona frontal, aos 36 minutos.

Somavam-se as oportunidades claras de Portugal e Pauleta, aos 36, desperdiçou ‘escandalosamente’ o golo, com a baliza à sua mercê, mas, após muita insistência, Rúben Góis finalmente garantiu o triunfo, aos 37, com a ‘ajuda’ de Tomasz Kriezel.

TÓPICOS

Siga-nos e receba as notícias do BOM DIA