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Estado alemão intervém na Lufthansa mas não impede despedimentos

A companhia aérea Lufthansa anunciou esta semana que vai cortar 1.000 postos de trabalho administrativos e reduzir em 20% os cargos de gestão em todo o grupo, após a aprovação do resgate pelo Estado alemão.

De acordo com a agência de notícias espanhola EFE, a Lufthansa informou que, após a aprovação dos acionistas ao resgate financeiro e à ajuda dos governos austríaco e suíço, “o financiamento do grupo é garantido”.

Porém, é necessária uma redução de custos, uma vez que o reembolso do crédito e dos juros a Estado vai pesar sobre os resultados da empresa nos próximos anos.

Depois de já ter reduzido o número de membros do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Deutsche Lufthansa, o grupo agora vai ter de reduzir também a administração das subsidiárias Lufthansa Cargo, LSG e Lufthansa Aviation Training, para apenas um cargo.

A Lufthansa considera que tem um excesso de 22.000 funcionários em período integral devido à crise, mas diz querer evitar despedimentos forçados.

Assim, a transportadora aérea adiantou que está a negociar com o sindicato do setor de serviços Verdi, bem como com o sindicato dos pilotos Cockpit, sobre medidas de poupança, depois de ter alcançado um acordo com os comissários de bordo.