
Bom dia. Boa Páscoa!
A quem aprecia estas datas e o que realmente representa, venho desejar Boa Páscoa. Sejam familiares, amigos, muito amigos, mais amigos, muito amigos-e-excelentes amigos e aos outros. Ainda aqueles que não são nada, especialmente porque precisaram de nós, mas numa lógica já antiga, passaram a esquecer os amigos. Há um adágio que retrata muito bem isto: Queres perder um amigo? Empresta-lhe dinheiro.
Quanto à qualidade de amigos na sua posição crescente e intensa o meu desejo é igual.
Assim como aos outros tão bem.
Eu não aprecio estas datas, sobretudo por serem estereotipadas e com forte pendor comercial e consumismo desmedido muitas vezes além do que é necessário e além do que dispõem para necessidades prementes.
O verdadeiro sentido da Páscoa, como outras festas deste cariz, foi totalmente perdido para haver exageros e cara diversidade voraz.
Quem quer, festeja a Páscoa como quer. Nem outra coisa devia ser, só não deve prejudicar alguém.
(Refiro o seguinte, de somenos importância, mas que se não pode olvidar o facto de se manifestar impedindo outrem, quem quer utilizar as ruas sem que a ninguém prejudiquem. E na Páscoa há outra prática: a da poluição sonora e ambiental através dos foguetes).
Mário Adão Magalhães, 016/03/26 08, 55h
