
Durão Barroso nunca foi um durão. Antes um fiel servidor de interesses para si e para os seus sequazes, sem esquecer os EUA!
Por isso foi “chamado” à Comissão Europeia. Como não tem personalidade, todos podiam domá-lo.
Até por isso, não podia ser aquele que traria benefícios exclusivos para Portugal como alvitraram alguns. Por nada podia e até por isso.
O seu servilismo a W. Bush, no caso da Base das Lajes, nos Açores, colocou a insegurança do nosso país na agenda dos terroristas. E na verdade a tranquilidade do país jamais foi a mesma.
A sua subalternidade levou-o a fomentar um país que chamou de tanga. Com a tanga que nos deu, de seguida, ao abandonar um governo, num dos momentos mais difíceis que o país havia vivido até então, rumou à Comissão Europeia. Fugiu, o vaidoso.
Como se com isto precisássemos de mais para saber da falta de carácter deste senhor, tínhamos agora o caso Goldman Sachs a que se quer submeter com os seus conhecimentos e influências que entretanto criou.
A retirada da passadeira vermelha, na União Europeia, por Jean-Claude Juncker, actual presidente da União Europeia, é o epílogo. O epílogo que mostra à saciedade que não é sério.
Eu cagava-me todo. Metia a cara dentro dum saco e mesmo assim desaparecia.
Mário Adão Magalhães, 016/09/12 23, 28h
