
Vem a minha individualidade por fim congratular-se com quem teve boa Páscoa, ‘inda que de um modo nunca visto e que desejamos nunca mais vê-la assim.
Quem não teve a Páscoa razoável, a desejável, por mais que imensos motivos, que os há, que nos lembremos que tal como o Natal é todos os dias, quer um quer outra se deseja que assim sejam: todos os dias.
Pronto. Para não ficar calado, confinado nos meus mais íntimos aposentos, vim falar e disse.
Saúde.
(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico).
