
Diz-me dos dias e das dores da terra,
Diz-me do útero acolhedor e eterno,
Diz-me das chuvas e dos vendavais,
Diz-me do silêncio
Do murmúrio das fontes
Dos passos na folhagem da floresta
Diz-me do cântico dos pássaros
Da beleza singela das flores.
Diz-me da beleza do mundo
E eu mostro-te as dores do povo
O lado errante da vida !
