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Concurso de fotografia “Somos Imagens da Lusofonia” regressa a Macau

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A associação Somos! – Associação de Comunicação em Língua Portuguesa lançou a sétima edição do concurso de fotografia “Somos Imagens da Lusofonia”, uma iniciativa que tem vindo a afirmar-se como um ponto de encontro entre fotógrafos dos países de língua portuguesa.

Segundo Marta Pereira, a participação no concurso tem registado um crescimento constante desde a primeira edição. Em 2025, a iniciativa atingiu o seu melhor resultado, com mais de 200 participantes, número que os organizadores esperam continuar a aumentar.

“O concurso tem tido cada vez mais participantes, entre os quais muitos fotógrafos portugueses e brasileiros conceituados, mas também outros oriundos de países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”, afirmou a responsável.

A edição deste ano decorre sob o tema “O Hoje do Passado”, desafiando os concorrentes a captar elementos antigos que permanecem vivos nas sociedades contemporâneas, objetos, tradições ou espaços que continuam a desempenhar uma função e a marcar a identidade cultural de um determinado território.

De acordo com a organização, os trabalhos submetidos (até 28 de fevereiro) tiveram de cumprir várias exigências técnicas, nomeadamente uma resolução mínima de 300 dpi, já que 40 fotografias selecionadas serão posteriormente impressas e apresentadas numa exposição.

O concurso esteve aberto tanto a fotógrafos profissionais como amadores, sendo as imagens avaliadas de forma anónima por um júri internacional composto por seis elementos: Gonçalo Lobo Pinheiro e Lei Heong Ieong, em representação de Macau, Bruno Santos e Levi Bianco, do Brasil, Luísa Nhantumbo, de Moçambique, e o humorista e realizador César Mourão, de Portugal.

Na edição anterior, cujo tema foi “O homem e o divino”, o vencedor foi o jovem fotógrafo moçambicano Marcos Júnior, então com 23 anos, surpreendendo o júri ao tornar-se o primeiro participante daquele país a conquistar o prémio principal.

Os vencedores da edição deste ano receberão prémios monetários, com o primeiro lugar a arrecadar 10 mil patacas (cerca de 1.050 euros), o segundo sete mil patacas (735 euros) e o terceiro cinco mil patacas (525 euros). À semelhança do ano passado, os premiados que não residam em Macau terão ainda direito a uma viagem ao território, com viagem e alojamento assegurados pela organização.

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