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Como era quando éramos peixes?

O que representa, no contexto da sua obra, o livro «Quando Éramos Peixes»?

Quando Éramos Peixes é o segundo volume da Trilogia dos Pares, seguindo-se a A Melhor Máquina Viva. Depois de uma vénia à conjuntura, em Quarentena Uma Historia de Amor, onde explorei a intimidade em confinamento, prossigo em Quando Éramos Peixes a narrativa dos momentos difusos deste ainda novo seculo XXI. A pobreza e a riqueza, o masculino e o feminino, os novos autoritarismos. Os romances para o depois do chamado Fim da História.

Qual a ideia que esteve na origem deste livro?

Gosto de pensar em ideias e não em ideia. E um livro de balanço do ocidente, agora em confronto com um oriente mais jovem e mais vivo, por assim dizer, mais entusiasta. Combina uma narrativa intimista, de um casal a tentar reconstruir-se, a meio da vida, rodeado de grandes estímulos políticos e pessoais. Talvez pela primeira vez na minha literatura, trabalho uma abordagem consciente das questões de género.

Pensando no futuro: o que está a escrever neste momento?

Neste momento trabalho em várias coisas, como o terceiro volume desta Trilogia dos Pares. Numa outra linha, uma novela de crescimento, uma história familiar. E uma epopeia, num novo género misto que e uma novidade para mim.
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Entrevista de Nunes Carneiro

Quando Éramos Peixes de José Gardeazabal

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