
Hillary Clinton ganharia mais facilmente as eleições de 1993 ou 2001, quando fez campanha pelo seu marido, Bill Clinton, que viria a ganhar e a imagem que granjeou enquanto primeira-dama.
Hillary, à época apresentava-se com mais carisma, muito popular. Muito ágil e dinâmica. A idade favorecia-a.
Entretanto, motivada por esse panorama, passou a sonhar, ela mesma, comandar os destinos dos EUA. Como não conseguiu, ficou-se pela Secretaria de Estado, que não levou até ao final alegando motivos de doença. Se então estava doente, não terá sarado para ficar com capacidades plenas para dirigir por si a Casa Branca.
Penso que não granjeia o carisma enquanto primeira-dama.
Nesta campanha, apesar de mais velha, apresenta-se realmente menos capaz de assumir a presidência. Nota-se que está realmente doente, veste mal e de modo que não favorece a sua imagem, mesmo que estratégica para a campanha.
Se a isto acrescentarmos o facto de ser mulher, ante uns EUA conservadores, temos um parvo, um sebento, parcialmente misógino, um mal encarado, com aspecto de cómico, estúpido, figura ridícula, que incompreensivelmente, mesmo assim, a não larga nas sondagens. A diferença entre estes actores não se pode medir com meia dúzia percentual.
Não dá para entender os EUA.
Estamos habituados que dos EUA venha tudo. Mas é inacreditável que um Trump, chegue a candidato. Temos com isto, e sendo difícil, impossível compreender esse desiderato, só mostra que Hillary não está capaz de dirigir a “América” nem o mundo…
Contudo não tenho dúvida que deve ser ela a eleita. E que será menos perigosa, bem menos perigosa que Trump. Este é doido. A senhora é ponderada. Pode estar doente. A todo momento pode melhorar.
Trump é louco, estúpido. Só pode é ficar pior, inimaginável.
Os EUA, o mundo, matar-se-iam entre si.
Mário Adão Magalhães 016/11/07 01,55h
