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Cientistas desesperados após missão de 389 dias no Ártico

“Vimos como a calote polar morre durante o verão…” É o balanço mínimo, curto mas cruel, da expedição Mosaic, que explorou o Ártico ao longo de 389 dias a bordo do Polarstern, um quebra-gelo alemão que assistiu ao inesperado: a falta dele, do gelo.

A missão chegou agora a porto seguro e tem meses pela frente para analisar dados, mas o balanço é incontornável. “Se as alterações climáticas continuarem como estão, em algumas décadas teremos um Ártico sem gelo no verão”.

Era o líder da expedição Internacional Multidisciplinary drifting Observatory for the Study of Arctic Climate, Markus Rex, quem desabafava, ainda inundado pelas visões que teve, de uma calote “derretida, fina, a desfazer-se”, o Ártico feito em lagos “a perder de vista”.

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