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Bispos do Haiti denunciam situação de catástrofe iminente

A Conferência Episcopal do Haiti alertou, em comunicado divulgado pela fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) para uma situação de catástrofe iminente no país. Os bispos católicos referem que o Haiti “está à beira de uma explosão”.

“O quotidiano do povo gira em torno da morte, assassinato, impunidade e incerteza”, alertam. A Igreja Católica defende uma posição que favoreça o “respeito pela vida e pela dignidade humana”.

Segundo a agência Fides, do Vaticano, haverá todos os dias “dezenas de casos” de sequestros na zona de Port au Prince, a capital haitiana.

“Até ao momento, as autoridades estaduais nada fizeram para impedir esta onda que semeia medo e luto entre a população haitiana”, diz o padre Renold Antoine.

No dia 7 de fevereiro, o atual presidente Moise anunciou que não deixará a liderança do país, argumentando que seu mandato não expira até fevereiro de 2022; os opositores acreditam que, de acordo com a Constituição, ele já deveria ter concluído.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) apelou anovas eleições, expressando preocupação com possíveis violações dos Direitos Humanos.