
Hoje, imbuído pela época de Primavera, de flores, de sol a espreitar quentinho, sequaz a transmitir solindo e aconchego, recato, conforto, os ares marinhos e os desenhos na praia, cheínha de praia e vazia de areia e a beijar muito, muito, muito delicado a areia, com beijos meigos, sem deixar marcas nos lábios da praia – prudente, – eu venho indignar-me com o Senhor!
E o Mário Adão, Senhor, porque lhe dais tanta dor! Porque padece assim?!
