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Um carro de tempo

O tempo corre e hoje faz um carro…

Os antigos colegas das Escola Preparatória e Escola Secundária de Felgueiras, assim como os confrades da Lixa, em 1978, devem lembrar-se que têm este livrinho lá por casa ou retêm-no na memória.

Nesse ano, no dia 10 de Junho houve umas estafetas de Felgueiras à Lixa e da Lixa até Felgueiras.

Eu venci o Escalão A, dando por isso a primazia ao meu escalão já que tive o percurso mais difícil, estratégia que visava exactamente isso.

Lembro-me que as provas começaram frente à Câmara Municipal de Felgueiras, e o meu troço terminou frente à Marfel, aonde passei o testemunho não me lembro a quem. Sei é que cheguei em segundo lugar contando com todos os escalões. Ou seja: só tive um elemento do escalão C à minha frente.

Como prémio de consolação para todos houve o livro da gravura, que por sinal também ele tem o número 1 da minha mísera biblioteca.

Chagámos todos à Lixa nos autocarros locais, ao tempo antiquíssimos. E assim também lá chegaram os colegas das Escolas da Lixa que fizeram a estafeta de lá para cá.

Não sei qual o propósito, confraternizamos todos – de Felgueiras e da Lixa – numa escola da Lixa. Mas quando viemos embora, valeu-nos os vidros grossos da época dos autocarros, porque os paralelos apressaram-nos o arranque na viagem.

Não sei bem qual o motivo destas quezílias e nem acredito que hajam sido pela rivalidade de então sempre muito presente entre lixenses e felgueirenses. O que me parece estar na origem disso, até porque a memória é pouca, como se compreende após tantos anos, terá sido assunto que aqui não colhe bem.

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)