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Salvé Santa Madre Teresa

Em 26 de Agosto de 1910 nasceu na Macedónia do Norte, uma criança que haveria de ser imensa. O seu nome, Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, ou simplesmente Madre Teresa, – se quisermos mais, o que não é necessário, – de Calcutá.

Madre Teresa – se quisermos, de Calcutá, encerra todo um peso no mundo, com a profundidade e dimensão que uma senhora franzina, minúscula mesmo, quase diria suportada pelo sari branco e azul que envergava.

E era imensa e tão grande – não quero escrever poderosa porque subverte o espírito de Madre Teresa, que é a santa de todas as santas e santos pela sua dimensão e amplitude, sempre, sempre cheia de humildade.

Escrever “era” não é correcto porque ainda é. A sua obra, o seu trabalho é eterno, mas fundamenta-o a continuidade da congregação que fundou, designada Missionárias da Caridade ou simplesmente – como tudo era simples na sua vida, Missionárias da Madre Teresa.

Esse trabalho corpóreo continua em cerca de 130 países, envolvendo, directa e sensivelmente seis mil indivíduos.

Em 1979 – lembro! – foi agraciada com o Prémio Nobel da Paz, que foi para a sua obra como tal seria de imaginar.

No seu percurso chegou a “negar Deus” por ver tanta desgraça, tanta miséria que ela presenciava, mas no terreno, que cuidava ela que dos Céus não poderia haver tamanha inacção.

Esta pequena senhora ajoelhou definitivamente em 5 de Setembro de 1997, e foi também imensamente virtuosa e eloquente de que infracito meros e aleatórios exemplos.

“Quer fazer algo para promover a paz mundial? Vá para casa e ame a sua família.”

“Nunca se preocupe com números.”

“Ajude uma pessoa de cada vez e comece sempre com quem estiver mais perto.”

“Nem todos podem fazer grandes coisas. Mas podemos fazer pequenas coisas com muito amor.”

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)

 

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