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Revista alemã destaca onze azeites portugueses

Com o slogan “Os melhores azeites do mundo”, a conceituada revista alemã de produtos alimentares gourmet “Feinschmecker”, acaba de publicar, na sua edição de junho de 2020, uma brochura de bolso com os resultados do seu concurso anual “Olio Award”. Para o efeito, a revista reuniu oito peritos internacionais para efetuarem uma prova de 500 azeites internacionais de 11 países, conforme o regulamento do International Olive Council.

Foram atribuídos prémios a azeites das três categorias seguintes: azeites intensamente frutados, meio frutados e ligeiramente frutados.

Para além da nomeação de três azeites premiados em cada uma das 3 categorias, a brochura de bolso contém a discrição (com foto e caraterização em ½ página) de todos os 250 azeites considerados “os melhores” (independente das categorias acima mencionadas), ordenados pelo resultado da prova, permitindo compilar o ranking seguinte dos países produtores mencionados:

  • Itália: Foram mencionados 98 produtores com 157 azeites;
  • Espanha: 36 produtores/57 azeites;
  • Croácia: 8 produtores/ 13 azeites;
  • Portugal: 6 produtores/11 azeites;
  • Grécia:  6 produtores/ 6 azeites;
  • Eslovénia: 3 produtores/ 4 azeites;
  • Líbano: 1/1;
  • Marrocos: 1/1;
  • EUA: 1/1;
  • Turquia: 1/1. 

Os 11 azeites portugueses distinguidos são os seguintes:

  • Sovena, Oliveira da Serra, Lagar do Marmelo;
  • Casa de Santo Amaro Praemium;
  • Gallo Reserva;
  • Sovena, Oliveira da Serra, Seleção Douro;
  • Viveiros Monterosa, Monterosa Premium Picual;
  • Risca Grande, Reserva da Família;
  • Sovena, Oliveira da Serra Gourmet;
  • Carm Praemium;
  • Viveiros Monterosa, Monterosa Premium Cobrançosa;
  • Gallo, Gallo Novo – Colheita2019-2020;
  • Viveiros Monterosa, Monterosa Premium Selection. 

A publicação acima referida é mais uma prova de que o consumo de azeite se instalou nos hábitos alimentares dos alemães, trazido das férias no mediterrâneo ou pelas comunidades emigrantes. O azeite é reconhecido como um alimento de qualidade superior. Com uma quota de 16 por cento no consumo total de óleos alimentares no mercado (2018), o azeite, no período após COVID-19, manterá o seu posicionamento no mercado entre os três óleos alimentares mais relevantes, a seguir ao óleo de colza (40 por cento em 2018) e de girassol (30 por cento em 2018) . Conforme indicações de peritos, o consumidor alemão prefere blends suaves.

Conforme dados oficiais alemães, a  Alemanha importou 240 milhões de euros de “azeite native extra” em 2019. A importação de Portugal deste produto atingiu os 1,2 milhões de euros.

#portugalpositivo