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Ponte aérea Lisboa-Porto cresce 50%

A ponte aérea entre Lisboa e Porto da TAP passará a ser operada, em 2019, por aviões a jato, o que aumentará anualmente o número de assentos disponíveis para 220 mil, num crescimento de 50%.

Em comunicado, a transportadora precisou que, a partir de janeiro, a rota entre as duas principais cidades do país contará com 13 voos diários, “com voos de hora a hora nos períodos de maior procura”.

“A rota será totalmente operada por aviões a jato, da família Airbus, o que permitirá aumentar o número de assentos disponíveis para 220 mil, por ano, representando um aumento de 50 por cento da oferta”, lê-se no comunicado da TAP, que quer assim responder à “procura que a ponte aérea tem tido desde o seu lançamento, em 2016, sempre com elevadas taxas de ocupação”.

A transportadora explicou ainda que os aviões da Airbus podem ficar estacionados em manga, o que “tornará mais ágil e rápido o embarque e desembarque dos passageiros”, tal como irá facilitar o transporte de bagagem.

“A reorganização da ponte aérea tem sido uma prioridade para a TAP, que já no final de outubro aumentou o número de frequências diárias, introduziu mais um avião na frota e fez alterações nos horários, o que possibilitou uma melhoria significativa na pontualidade. Neste mês de novembro, o índice de pontualidade da ponte aérea tem vindo a registar valores acumulados de 78,5 por cento”, lê-se no comunicado.

A rota alcançou os dois milhões de passageiros transportados, desde o seu lançamento. Em 2017, do total de 595 mil passageiros com destino ao Porto, 49% compraram a viagem na Europa (293 mil), 30,8% em Portugal, fora do Porto (183 mil), nove porcento no Brasil (54 mil) e quatro porcento nos EUA (26 mil).

No passado dia 15, o presidente executivo da companhia, Antonoaldo Neves, em Vila Nova de Gaia, garantia já que a ponte aérea Lisboa-Porto está a funcionar com mais eficiência, tendo em conta uma melhor rotação de aviões e aeronaves mais modernas.

O presidente executivo da TAP salientou também, na altura, que o volume de voos no Porto “é maior do que sempre foi”.