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N’Eça eu vou

“O país, que tem visto mil vezes a repetição desta dolorosa comédia, está cansado:

– O poder anda num certo grupo de homens privilegiados que investiram aquele sacerdócio e que a ninguém mais cedem as insígnias e o segredo dos oráculos”.

 

Também Fernando Pessoa enfatizava que o cansaço é assim mesmo: cansaço, ele mesmo.

Eça de Queirós nasceu a 25 de Novembro de 1845, na Póvoa de Varzim. De sua graça José Maria Eça de Queirós, pereceu em 16 de Agosto de 1900 em França onde foi diplomata.

Eça é considerado indubitavelmente um dos mais importantes escritores portugueses. Quem não recorda “Os Maias” ou “O Crime do Padre Amaro”, que também está materalizado em filme, torrido, por sinal.

Eça de Queirós é da lavra duma imensa plêiade de escritores contemporâneos que o chão luso lhes atapetou, mas que fizeram história com a sua eloquência literária, que imortalizaram um ror de Portugal ao mundo.

Aqui fica a evocação e o reconhecimento da prevalência da actualidade de Eça.

(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico)

 

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